tivemos problema de redirecionamento das urls da Goma durante uns dias, mas agora estão todas funcionando!
http://gomademascar.net
http://www.gomademascar.net
http://gomademascar.virgula.uol.com.br/
nosso servidor está em manutenção. fique com nossa programação alternativa:
corre lá:
estamos com probemas no novo servidor e até ele ser resolvido as atualizações do blog voltam a ser feitas no site antigo. desculpe o transtorno. esperamos que o site novo volte o quanto antes!
estranhou a falta de posts nos últimos dias? o blog não acabou não! estávamos de mudança para um servidor próprio. foi um trabalhão mas que está praticamente finalizado graças ao esforço do Guilherme. hoje mais tarde vamos anunciar as novidades já na nova versão da Goma! atualize seus bookmarks:
pra quem´acompanha por leitor de RSS, o endereço do feed também mudou:
todo o arquivo da Goma está no servidor novo, mas esta versão do site na blogsome não vai sumir - fica como backup e versão de emergência da Goma caso haja algum problema com a nova, ok? valeu pela paciência e aproveite o site novo!
Enquanto o catarinense/alagoano Wado não lança o álbum “Atlântico Negro”, previsto para Junho e adiado sem data oficial, o clipe de “Fortalece Aí” acaba de ser lançado para fechar o ciclo bem sucedido do último trabalho de inéditas, “Terceiro Mundo Festivo”. O samba ao mesmo tempo torto e melódico é ilustrado com imagens do músico na praia - provavelmente de Maceió - em meio aos anônimos. Será que a barba do Wado - ou a falta dela - sugere saltos temporais na narrativa? Isso me lembrou acidentalmente do cabelo de Clementine em “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”.
Recentemente, foram divulgadas novas datas de shows de lançamento de “Atlântico Negro” em Alagoas O músico se apresenta no dia 25/07 em Arapiraca, em Maceió no dia 01/08, em Viçosa no dia 08/08 e termina em Maragogi em 29/08. Tanto os shows quanto o álbum fazem parte do Projeto Pixinguinha, que cedeu a verba de R$ 90 mil para a gravação do álbum e uma turnê pelo interior de Alagoas com o intuito de regionalizar o mercado cultural.
No Flickr do músico há uma sessão de fotos das gravações do disco.
Aos poucos, a televisão americana tenta recolocar em suas grades de programação um gênero que ciclicamente enfrenta altos e baixos desde os anos 60, a ficção cientifica. Fruto de uma dessas tentativas de emplacar o sci-fi nas noites dos grandes canais de televisão, “Virtuality”, é mais uma interessante, mas infelizmente ineficaz, promessa.
A premissa por si só mistura outros produtos da ficção. É inevitável não enxergar o longa “Sunshine” (um dos meus favoritos do agora oscarizado Danny Boyle) em cada um dos corredores da gigantesca Phaeton, a primeira nave interestelar criada em 2050 e projetada para procurar vida inteligente em outros sistemas solares. Entretanto, durante seu curso pela vastidão do espaço, seus 12 tripulantes recebem a notícia de que o planeta que deixaram para trás pode não estar lá quando eles retornarem.
Sem muita explicação, Ronald D. Moore, produtor renomado da versão recente de Battlestar Galactica e seu spin-off Caprica (destaque também para sua longa experiência em Star Trek, Roswell e a fantástica Carnivàle), não esclarece qual exatamente é a mazela da vez. Imagens cataclísmicas são exibidas a esmo para sensibilizar os astronautas de que sua missão assumiu a máxima prioridade: a salvação da humanidade.
Pelo que pude entender ao pesquisar rapidamente no Google, Chahiye He Man He Man seria um musical produzido dentro do filme indiano Nafrat Ki Aandhi, de 1989.
Imagine a Glória Perez escrevendo Caminho das Índias entupida de ácido. Ok, agora você está no clima. Pode soltar um grande WTF.
Via Comics Alliance.
Se a morte de Michael Jackson representou realmente o fim do “pop”, só o tempo dirá. Mas o que já dá para perceber é que a fatalidade com o cantor (”merecidamente”) tirou as atenções de um dos principais festivais de música do mundo, o Glastonbury, que rolou no último final de semana em uma fazenda no sudoeste da Inglaterra e marcou a volta do Blur. Por isso, com a ajuda do Rogério Brandão e do Fabio EBP preparei uma amostra com o melhor e o (dependendo do seu gosto) pior do festival. Com essa misturada toda dá para ter uma idéia da cara do pop hoje. Ou do que ele era instantes antes de seu fim.
Dizzee Rascal - Bonkers
Lily Allen - Not Fair
Mäximo Park - Apply Some Pressure
Lady Gaga - Poker Face
Franz Ferdinand - No You Girls
Friendly Fires - Jump In The Pool
Yeah Yeah Yeahs - Zero
La Roux - Bulletproof
Bat For Lashes - Daniel
BÔNUS: Blur - Girls and Boys
BÔNUS 2: Klaxons tocando música nova fantasiados de Beetlejuice, Edward Mãos de Tesoura e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça.
pra tudo tem uma primeira vez, e acabamos de ser plagiados pelo jornal O Estado, de Palmas - Tocantins. a jornalista Cecília Santos pegou todo o meu post sobre a morte de Michael Jackson [publicado na sexta passada], trocou algumas coisas, enfiou um pedaço de post do Caetano Veloso, depoimentos de matéria que a Flávia juntou pro Vírgula e publicou como se fosse dela.
foi na capa do caderno de Cultura da edição de hoje, que pode ser vista online num leitor em Flash, mas dei um print gigante, que pode ser visto abaixo. o pior de tudo é que ela usou o texto quase inalterado, inclusive os trechos de memória pessoal - por ex.: usou a parte em que falo que o tipo de música dançante que o Michael fazia me influenciou a discotecar com a Flávia e colocou que a influenciou a discotecar “com o Thi”. fora meu aviso que o texto seria pessoal e parcial esta lá, igual. até um “Maicon” ela usou. pena que tirou a parte do “michaeljacksonfobia”.
segundo o leitor Rafael Silva, que nos fez a gentileza de apontar o plágio, Cecília já copiou e colou textos do Chic, do Terra e do Omelete. vou entrar em contato com a redação do jornal agora e atualizo depois este post com o andamento do caso [solta barulhinho do LAW AND ORDER].
atualização: Cecília entrou em contato comigo hoje pedindo desculpas e dizendo que a responsabilidade foi do jornal. recebi também email do jornal prometendo retratação e eximindo a repórter de culpa. estou estranhando isso, nunca vi editor-chefe fazer plágio e botar culpa em repórter. mas quero ver onde isso vai. a repórter está preocupada com a situação, diz que teve seu twitter hackeado [o que é uma sacanagem] por conta da repercussão ontem mas não provoquei isso, não divulguei link nenhum dela, estou tranqüilo. e na espera de uma posição do jornal sobre o pedido de pagamento que fiz por apropriação autoral e uso indevido do texto.
atualização 2: saiu matéria no Comunique-se a respeito do plágio apenas do Omelete [a Goma é citada nos comentários de leitores] e o editor-chefe do Estado de Tocantins, Antonio Téo, primeiro se defende alegando erro de diagramação [repetidas vezes?], depois fala da inexperiência da repórter. meu instinto me diz que não dá pra acreditar totalmente.
atualização 3 [2\07\09]: o jornal publicou na edição de hoje errata sobre a resenha de TRANSFORMERS do Marcelo Hessel, originalmente publicada no Omelete [uma das várias que o jornal pegou] e nada sobre minha crônica.

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