seja rico ou seja pobre, o bom lobinho sempre vem.
Em Joanópolis, cidade a 115 km de São Paulo, o Papai Noel é magro, tem pelos escuros na cara, um nariz comprido e costuma uivar na hora em que as pessoas estão trocando presentes. Bonecos do lobisomem, personagem folclórico adotado como símbolo da cidade desde 1983, ganham touca e roupa vermelha e há quem vista a roupa de Lobisomem Noel para entregar presentes.
“Aqui o lobisomem tem um guarda-roupa só dele. Em julho, a gente veste ele de caipira para as festas”, conta Walter Cassalho, presidente Associação dos Criadores de Lobisomens, que, desde 1998, procura catalogar e divulgar o mito do lobisomem no Brasil.
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