
Talvez você conheça a vertente fashionista japonesa que repercutiu de uns anos pra cá chamada gothic-lolita. Gothic-lolita seria uma mistura de vestidinhos, roupinhas e outras coisinhas de bonequinha rococó com um apelo dark. Acontece que dentro desse estilo, milhões de sub-estilos coexistem, um deles o hime, princesa em japonês. Tudo isso é praticado por pessoas mais ou menos inocentes, oriundas do cenário anime/j-rock/cosplay.
Agora, uma revista japonesa divulga princesas não muito inocentes: Koakuma Ageha. Koakuma = diabinhas. Essas mocinhas, segundo Patrick Macias, autor do livro Tokyo Girls (lançado no Brasil pela JBC), trabalham como hostesses, garotas que têm como trabalho entreter e embebedar seus clientes, nada muito diferente dos clubes do centro de Santos ou de São Paulo.
“O imaginário de contos de fadas toma grande parte do Koakuma ageha. Aqui, há uma fantasia fortemente enraizada de alguém que quer ser princesa, casar com um príncipe e viver feliz para sempre. Mas quando você olha para a realidade do que essas garotas fazem por dinheiro, parece uma grande contradição.”
ameiiiiiiiiiiii sou desendente de japoneses pois meus pais vieram do japão á 12 anos atrs
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