
Confesso que fui desarmado de qualquer referência quando assisti “Benjamin Button” pela primeira vez. O filme, dirigido por David Fincher e estrelado pelos horrorosamente bonitos Brad Pitt e Cate Blanchett , não é uma história original para o cinema como eu havia leigamente imaginado. Adaptado de um conto do brilhante F. Scott Fitzgerald (o mesmo de “O Grande Gatsby” q em breve terá seu remake - o original tinha Robert Redford no papel principal), “Benjamin” faz parte de uma coletânea de 1922 intitulada “Tales of the Jazz Age”. Para os “curiosos” (me deixe ser infame), o conto pode ser lido na íntegra na Internet, em seu idioma original, e começa um tanto diferente do longa metragem…
li hoje de manhã uma sinopse completa no wikipedia e me pareceu bem menos interessante - o benjamin nasce com a mente de um velho, é obrigado pelo pai a fingir que é novo pra se misturar às crianças etc. um dos casos raros em que o filme é melhor que o material-fonte. aliás, beeemmm melhor. quanto mais penso no filme melhor ele fica na minha cabeça.
Acho que a única coisa q mudaria no filme são os flashes do Hospital. Achei um tanto arrastado, um tanto claustrofóbico. Aquela situaçao do furacão, e aquela narraçao sufocada deram uma certa angústia.
Mas achei o filme excelente, preciso ler o conto (mesmo sendo radicalmente diferente, gosto do Fitzgerald)
tb achei que as cenas do hospital podiam ser mais curtas ou em menor quantidade. mas elas precisam estar lá - pra costurar o passado do benjamin e porque o filme se passa naquele local. foi um jeiro de mostrar que cidades também morrem e aê fecha o tema do filme de que ‘nada é pra sempre’.
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