Lembra que eu falei do PSP Go no post sobre o PS3 Slim?
Pois é, aí está:
Segundo o vídeo, eis alguns dados do aparelho:
- Uma tela que desliza sobre onde estão os botões;
- A ausência do drive UMD, que será substituido por jogos por download;
- Uma tela maior, de 3.8 polegadas (9,6 cm);
- 46% mais leve que o PSP anterior;
- 16 GB de memória flash interna;
- Bluetooth.
O lançamento está previsto ainda para esta primavera (aqui no Brasil), e aprece que Gran Turismo Mobile finalmente deve dar as caras junto com o aparelho!

Sabe aquela frase que anda cada vez mais batida nos trailers “Esqueça tudo o que você sabia sobre tal coisa”? Pois então, esqueça essa frase porque em “O Exterminador do Futuro 4 - A Salvação” o importante é lembrar de tudo aquilo que você viu nos vários produtos da série. Desde os clássicos filmões dirigidos por um megalomaníaco (e com razão) James Cameron até os quadrinhos, o mal fadado terceiro filme e a recém cancelada série de televisão.
Ainda que Salvation (chamemos ele assim) pretenda ser um recomeço da franquia, todas as provas apontam-no como um grande somatório de referências das obras anteriores. Como representante da Goma na cabine de imprensa que exibiu o filme uma semana antes do seu lançamento oficial no Brasil, eu estava lá, tenso em rever os personagens de uma mitologia que particularmente adoro.
A parte ruim disso é que vai ser impossível para esse que vos fala fazer uma resenha limpinha e sem spoilers, foram muitas as observações e tô preparado para esmiuçá-las sem tomar qualquer cuidado. Portanto, leia por sua conta e risco (ou espere até ver o filme depois volte aqui pra concordar ou discordar!).
Trabalho sensacional de Peter Sjostrand.
Fica a idéia para a Capcom…
Obrigado, GaGa, por me fazer chorar de rir com a pepita trash imbatível de 2009. Quem dirige o clipe é o tarimbado sueco Jonas Åkerlund, o mesmo de “Beautiful Day”, do U2, e “Jump”, da Madonna.
Com a E3 2009 (Electronic Entertainment Expo) chegando perto, boatos ainda não confirmados vão tomando forma com uns caindo por terra e outros ganhado status de segredo “que vazou”.
Um boato que começou de leve e se confirmou há um tempinho, é o do PSP-Go. Uma versão mais fina e leve do PSP, sem o falido drive UMD (Universal Media Disc), com tela um pouco maior e botões melhorados.
Já o outro boato tratava-se de uma possível versão “slim” do PS3. Assim como aconteceu com o PS1 e 2, o boato dizia que ainda este ano o poderoso console ganharia uma versão mais fina, mas provavelmente com menos recursos.
Bem, uma foto da caixa do novo console vazou da fábrica de Taiwan….

Vale lembrar que ao ser lançado, o novo PS3 ganhará automaticamente o status de menor Blu-ray player existente no mercado.
Só para detalhar mais, percebe-se a volta de um logo para o console, com uma fonte similar à que o PS2 carregava consigo.
O PSP-Go será com certeza mostrado na edição 2009 da E3 que começará em breve, enquanto o PS3 Slim ainda não deve dar as caras, caso contrário, o mercado do modelo atual vai por água abaixo.
colado do release:
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Documentário é lançado no 35º ano de morte do ilustrador japonês
A Fundação Japão em São Paulo ganha evento dedicado ao artista japonês Ypê Nakashima, com pré-estreia de documentário, exibição do filme clássico “Piconzé” e uma exposição, em junho de 2009.
A exibição do documentário “Ypê Nakashima” - dirigido por Helio Ishii da produtora Núcleo Virgulino, acontece gratuitamente no dia 05 de junho, a partir das 19h30 no Espaço Cultural Fundação Japão, seguida de um bate-papo com os realizadores, além dos convidados Marcos Magalhães (diretor do Anima Mundi) e Olga Futemma (diretora adjunta da Cinemateca Brasileira), com mediação de Jo Takahashi (diretor de arte e cultura da Fundação Japão) com o tema “Aventura na criação de Ypê Nakashima: produção e preservação”. O filme, de 52 minutos, será reprisado no dia 06 de junho, às 15 horas.
A obra, que tem roteiro de Nanna de Castro e Helio Ishii, foi um dos onze filmes contemplados com o programa Support Program for Film and TV Program Production on Japan, no mundo, no ano fiscal de 2008. O programa oferece apoio parcial à produção de filme sobre o Japão. Narrado pelo filho de Ypê, Itsuo Nakashima, o especial abre a oportunidade de conhecer a criação e o método de trabalho deste artista que dedicou sua vida a injetar energia, cor e dinamismo aos seus desenhos.
Animação
O filme de animação “Piconzé” ganha espaço nos dias 02 e 04 de junho, respectivamente, às 19h30 e 15 horas. Após uma longa pesquisa sobre as lendas e o folclore brasileiro, e 6 anos de dedicação, Nakashima apresentou a película ao público de São Paulo, em 1972. O filme conquistou 2 prêmios do Instituto Nacional do Cinema, em 1973, e o prêmio Governador do Estado, em 1975. No ano de 2002, ele foi exibido e homenageado no Festival Internacional de Animação de Hiroshima, no Japão e, recebeu o prêmio Grande Mestre do Troféu HQMIX, em São Paulo, em 2008.Exposição
Começa no dia 02 e segue aberta ao público até o dia 10 de junho, exceto pelo dia 07, que estará fechada. Através de objetos de uso pessoal e pelas obras, a mostra pretende aproximar o público da provável visão de mundo de Ypê Nakashima, com cavaletes com telas de pintura e uma mesa de trabalho com os utensílios usados nas animações. Uma rara oportunidade também para conhecer peças de cenário de “Piconzé”.
Ilustrador
Ypê Nakashima (1926 -1974) nasceu na Província de Oita, no Japão. Graduou-se na Escola de Belas Artes de Kyoto e produziu tiras e ilustrações para reconhecidos jornais e revistas de grande circulação no Japão. Chegou ao Brasil em 1956, com 30 anos de idade e uma vasta bagagem de cartunista, e aqui teve início seu interesse pela animação. Partiu para a pesquisa de ilimitadas e inusitadas formas de criação para desenvolver dinamismo e movimento em seus desenhos. Participou do início da TV, produzindo filmes publicitários e, no cinema, foi o criador do primeiro longa colorido de animação do país “Piconzé”.Sobre o diretor do documentário
Helio Ishii atua na área de produção audiovisual há mais de 15 anos, dirigindo, escrevendo e produzindo documentários e séries de ficção. Criador do Núcleo Virgulino, foi responsável pela série “Mina e Lisa”, uma das primeiras webséries de ficção desenvolvidas inteiramente para internet e que atingiu a marca de 2 milhões de acessos. Em 2007, entra como membro do Global Lives, um coletivo de artistas internacionais para trabalhos colaborativos e compartilhados.Desde 2003 se dedica à produção de documentários sobre migrações: “Cartas” fala sobre brasileiros que emigraram para o Japão (2004); “Permanência” discute a condição dos jovens brasileiros que nasceram e cresceram no Japão (2006) e “Re-entry” tratou de crianças que cresceram no exterior e retornaram ao Brasil (2007). Os documentários participaram de mostras no Japão, Holanda e França e até hoje fazem parte da programação de cursos de universidades.
Serviço:
Exibição filme de animação “Piconzé”
Dia 2 de junho (terça-feira), às 19h30
Dia 4 de junho (quinta-feira), às 15hExibição documentário “Ypê Nakashima”
Dia 5 de junho (sexta-feira): pré-estreia e bate-papo com os realizadores do filme
e convidados, às 19h30
Tema “Aventura na criação de Ypê Nakashima: produção e preservação”
Helio Ishii e Itsuo Nakashima (realizadores)
Marcos Magalhães (diretor do Anima Mundi)
Olga Futemma (diretora adjunta da Cinemateca Brasileira)
Jo Takahashi (mediador, diretor de arte e cultura da Fundação Japão em São Paulo)
Dia 6 de junho (sábado), às 15h, somente exibiçãoExposição
De 2 a 5 de junho (terça a sexta-feira), das 14h às 20h
Dia 6 de junho (sábado), das 10h às 18h
De 8 a 10 de junho, das 14h às 20h
Fechada no dia 7 de junho (domingo)Local: Espaço Cultural Fundação Japão
(Av. Paulista, 37- 1° andar, São Paulo)
Capacidade do auditório: 100 lugares
Acesso para deficientes
Entrada gratuita
Informações: (11) 3141-0110 / info@fjsp.org.br / falecom@nucleovirgulino.com.brRealização: Núcleo Virgulino e Fundação Japão em São Paulo
Sites:
Fundação Japão: www.fjsp.org.br
Trailer no Núcleo Virgulino: www.nucleovirgulino.com.br/ypenakashima
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“Mídia perigosa para a juventude”. Esta foi a denominação do governo alemão e diversas organizações sociais ao avaliar o mangá Finder, de Ayano Yamane.
A publicação, lançada por lá pela Tokyopop Germany, teve sua venda proibida em lojas especializadas e sites germânicos. Mas a restrição vai além: o mangá não pode ser nem mesmo emprestado ou exposto em público; exposição esta que restringe também amostragem por transmissão. Violações as tais determinações serão punidas de acordo com as leis alemãs, considerando-se sua jurisdição.
Finder possui temática yaoi - onde o foco é na relação homossexual entre dois homens, tendo o público feminino como alvo - e, apesar da classificação etária para maiores de 18 anos, podia ser adquirido por crianças. Isto porque não é necessário checar a identidade do consumidor até que determinada publicação seja incluída no que eles chamam de index.
A matriz da Tokyopop nos EUA não teria sido avisada oficialmente da proibição quando a mesma foi imposta.
Em algum lugar, José Serra, tal qual um Sr. Burns, sorri maquiavelicamente .
Depois do vídeo sadomasô “Erotica” style de “Vulture”, Patrick Wolf lança dessa vez um clipe flúor, sombrio e psicodélico para o segundo o single “Hard Times”. A música faz parte de “The Bachelor”, quarto álbum do rapaz que será lançado na próxima semana.
E esse cabelo impecavelmente armado do Lobo, hein? Será que ele pegou dicas de laquê com a Lady GaGa?
colado do release:

DIA 29
MAIO
SEXTA
19:30LANÇAMENTO DO ÁLBUM:
O GUARANI
ADAPTAÇÃO DO ROMANCE DE JOSÉ ALENCARPOR:
IVAN JAF [ADAPTAÇÃO E ROTEIRO]
LUIZ GÊ [ROTEIRO E DESENHOS]HQMIX LIVRARIA
PRAÇA ROOSEVELT Nº 142
Centro - São Paulo - SP
TEL (11) 3258 7740O ADAPTADOR
O carioca Ivan Jaf é autor de mais de 40 livros, várias peças teatrais e roteiros para o cinema. Como roteirista de histórias em quadrinhos, começou sua carreira em 1979, na antiga editora Vecchi, criando histórias de terror em parceria com alguns dos mais consagrados desenhistas nacionais. Na década de 1990,. Com renomado desenhista argentino Solano Lopes, publicou histórias de ficção científica e de terror na revista italiana Scorpio.
Nesta Coleção, fez também outras adaptações, como O Cortiço.O DESENHISTA
O Paulistano Luiz Geraldo Ferrari Martins, mais conhecido como Luiz Gê, formou-se em arquitetura na Universidade de São Paulo em 1977. Fundou a revista Balão (1972-75), foi editor de arte da revista Status (1985-86) e editor da revista Circo (1986-87). Trabalhou na Folha de S. Paulo, de 1976 a 84, como chargista editorial.Ganhou o Prêmio Casa de Las Américas, na II Bienal Internacional de Humor em Cuba, 1981. Em 1987 foi fazer pós-graduação no Royal College of Art, em Londres. Ganhou o Prêmio de Melhor Desenhista e Produção Gráfica de 1991, do HQMIX. Colaborou ainda com as principais publicações do país, como O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde, Jornal do Brasil, Jornal da República, Pasquim, Movimento, Veja, Visão, Isto É, Placar, entre várias outras. Já publicou e expôs na Alemanha, Espanha, França, Portugal, EUA, Itália e Inglaterra. Colaborou também para os LPs da Clara Crocodilo e Tubarões Voadores, de Arrigo Barnabé, e foi um dos roteiristas do filme Cidade Oculta, de Chico Botelho. Publicou os seguintes livros: Macambúzios e Sorumbáticos, Editora T. A. Queiroz, 1981; Quadrinhos em Fúria, Editora Circo, 1984; O Mal dos Séculos, Editora 34, 1993.
Atualmente é professor de quadrinhos no curso de Desenho Industrial da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. Depois de vários anos, O Guarani marca seu retorno às HQs, para alegria de seus fãs.SEGREDOS DA ADAPTAÇÃO
A criação de uma história em quadrinhos é uma atividade muito prazerosa, mas bastante trabalhosa também, principalmente quando se trata da adaptação de um extenso clássico literário. Para esta versão de O Guarani, o adaptador e roteirista Ivan Jaf precisou condensar um romance enorme em cerca de oitenta páginas de HQ, sem omitir passagens importantes e preservando a essência do clássico. O desenhista Luiz Gê, por sua vez, teve de ilustrar, com riqueza de detalhes, cerca de oitocentos quadros!
bom, não é bem um segreeedo, apenas a descrição desse tipo de trabalho, hehe; e nunca vi uma hq medida pelo número de quadros \ painéis, mas releve. Luis Gê é um ícone da HQ underground brasileira e o álbum deve ser legal.
o foco único de grande parte das editoras e da imprensa nacional nas adaptações literárias como sendo O ponto em que HQ é levado a sério incomoda o jornalista Paulo Ramos e a mim também.
mas tanto ele como eu reconhecemos que é não só um jeito de as editoras e autores faturarem uma boa e merecida grana nesses tempos em que as bestas das repartições públicas não sabem escolher obras pra serem adotadas pelas escolas públicas e dá no merdel que caiu sobre o álbum de futebol da Via Lettera “Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol”.

Por mais que o sucesso de atingir as telas de cinema (e conseqüentemente ter a chance de atingir audiências mundiais) seja bom para uma HQ, o produto final nem sempre está em sincronia com a obra original. Como minha intenção não é fazer um post “nerd vs Hollywood”, seguem aqui algumas poucas impressões relativas a adaptação cinematográfica de “The Surrogates”, uma série de 5 revistas escritas por Robert Venditti e ilustrada pelo talentoso e minimalista Brett Weldele.
A trama original nos leva a um futuro não muito distante no qual homens podem viver através de “Surrogates”, (”Substitutos” em tradução livre), máquinas feitas sob medida que imitam o homem a perfeição. Nesse mundo, o crime entra em queda já que todos os habitantes de Central Georgia podem confortavelmente viver sem sair de suas casas, enviando seus substitutos ao mundo real, assumindo a forma e aparência que bem entenderem. No entanto, nem todos os cidadãos de CG abraçam a chegada dos Surrogates e um deles decide começar uma carnificina robótica sem precedentes.
Saiu nas últimas semanas o trailer do filme, aparentemente além da estética ser totalmente diferente dos quadrinhos (com desenhos quase monocromáticos, em tons escuros, alguns deles com espaços vazios, apenas rabiscados em contraposição ao filme que é clean, futurista e cheio tomadas amplas e detalhadas), o perigo foi aumentado e a ação reforçada. A questão do filme dirigido pelo Jonathan Mostow (do equivocado “Terminator: Rise of the machines“) parece ser o risco de se morrer quando conectado ao Surrogate. Além desse desvio na trama original, o parceiro do detetive Greer (interpretado por Bruce Willis) foi transformado na bela Radha Mitchell. Dê uma olhada:
Paralelamente ao filme, Robert Venditti lançará em julho uma continuação da HQ original ainda contando com a parceria de Brett Weldele que lançou recentemente em seu blog uma prévia de “Surrogates: Flesh and Bone“:
Qual desses vai realmente prestar eu não tenho certeza, mas a recomendação que fica é: leia a HQ, vá ao cinema e decida por você mesmo!
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