Se a morte de Michael Jackson representou realmente o fim do “pop”, só o tempo dirá. Mas o que já dá para perceber é que a fatalidade com o cantor (”merecidamente”) tirou as atenções de um dos principais festivais de música do mundo, o Glastonbury, que rolou no último final de semana em uma fazenda no sudoeste da Inglaterra e marcou a volta do Blur. Por isso, com a ajuda do Rogério Brandão e do Fabio EBP preparei uma amostra com o melhor e o (dependendo do seu gosto) pior do festival. Com essa misturada toda dá para ter uma idéia da cara do pop hoje. Ou do que ele era instantes antes de seu fim.
Dizzee Rascal - Bonkers
Lily Allen - Not Fair
Mäximo Park - Apply Some Pressure
Lady Gaga - Poker Face
Franz Ferdinand - No You Girls
Friendly Fires - Jump In The Pool
Yeah Yeah Yeahs - Zero
La Roux - Bulletproof
Bat For Lashes - Daniel
BÔNUS: Blur - Girls and Boys
BÔNUS 2: Klaxons tocando música nova fantasiados de Beetlejuice, Edward Mãos de Tesoura e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça.
fim do pop?!
o jacko musicalmente falando estava morto faz tempo. o pop por outro lado nunca esteve tão vivo, seja com coisas fabricadas, seja pelo próprio estilo (hiphop e nao estas coisas que apareceram aí), seja simplesmente pelo que é popular e brega (como aqui no brasil). e por isso o pop nunca morrerá.
que exagero…
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