Foi inevitável da minha parte não entrar em choque ao ver essa primeira imagem do Mickey Rourke em Homem de Ferro 2. Cá entre nós, Rourke transformou-se numa figura no mínimo excêntrica, agora imagina só encontra-lo nos trajes do Chicote Negro:

Praticamente uma versão “batalha dos robôs” de Randy ‘The Ram’ Robinson!
Saiu no USA Today! Aguardamos mais Jon Favreau!
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Por enquanto são apenas comentários, mas convenhamos, a família Scott anda fazendo muitos comentários. Além de querer ressuscitar a franquia Alien, Ridley Scott - que é uma máquina disfarçada de gente, vide sua busca eterna pela perfeição cinemática - anunciou que está desenvolvendo com seu irmão (o menos talentoso) Tony Scott e o filho Luke, uma nova web série inspirada no universo de Blade Runner, possivelmente sua obra-prima.
Para tranqüilizar todos aqueles que temem uma versão re-re-remasterizada do filme mais modificado da história do cinema, Scott afirmou que se tratará apenas de uma trama paralela que não envolverá Deckard e nem os replicantes do filme original .
Os episódios terão entre 5 e 10 minutos e debaterão as questões essenciais do conto romance (!) de Philip K. Dick, “Do Androids Dream of Electric Sheep”, sobre o que significa ser humano (vagamente promissor, né?). O controle criativo e os temas dos web-episódios ficam sob controle de Luke Scott e seu pai garantiu que nenhum grande estúdio dará pitacos já que se trata de um empreendimento de orçamento bem mais modesto.
Especula-se (tanto pelo New York Times quando pelo Filmstalker e outros blogs) que a web série é na verdade um teste para saber se as novas audiências estariam prontas para uma nova versão do clássico ou um novo longa big budget desse mesmo universo. Eu já acho que o projeto é mais um escape para um diretor cheio de conflitos que há tempos busca se reencontrar na selvagem terra hollywoodiana.

Não é que o negócio parece bem bom? O Josh Brolin está bem fiel ao personagem (pelo menos na caracterização). Resta saber agora se a história do caçador de recompensas mais famoso do Velho Oeste será honrada nas telas. O filme está sendo dirigido por Jimmy Hayward (mais conhecido por suas animações, “Robôs”, “Procurando Nemo” e “Toy Story”) e tem estréia prevista para 6 de agosto de 2010.

Vai encarar?
Pois sim!! Uma das tramas mais legais da televisão britânica está para reviver seus dias no formato de uma mini-série. A original, de 1967, contava a surreal história de um agente secreto que é inexplicavelmente confinado numa ilha de exilados que sabem demais. Sem nome, o agente enfrenta os perigos de uma perigosa prisão no qual todos assumem o papel de numeros e escapar torna-se virtualmente impossivel. O remake contara com as ilustres participações de Jim Caviezel , como o agente numero 6 (convenhamos, as vezes ele acerta nas escolhas) e Sir Ian McKellan, que andou meio sumido desde X-men 3. Dê uma olhada no promo que é bem curtinho:
A mini-série estréia em novembro lá fora. E para os que quiserem assistir a original, a AMC deixou todos os 17 episódios disponiveis na integra! Confira aqui!
Eu achei adequado a franquia. Seria mais legal ainda se fosse cantado pelo Axl!

Sabe aquela frase que anda cada vez mais batida nos trailers “Esqueça tudo o que você sabia sobre tal coisa”? Pois então, esqueça essa frase porque em “O Exterminador do Futuro 4 - A Salvação” o importante é lembrar de tudo aquilo que você viu nos vários produtos da série. Desde os clássicos filmões dirigidos por um megalomaníaco (e com razão) James Cameron até os quadrinhos, o mal fadado terceiro filme e a recém cancelada série de televisão.
Ainda que Salvation (chamemos ele assim) pretenda ser um recomeço da franquia, todas as provas apontam-no como um grande somatório de referências das obras anteriores. Como representante da Goma na cabine de imprensa que exibiu o filme uma semana antes do seu lançamento oficial no Brasil, eu estava lá, tenso em rever os personagens de uma mitologia que particularmente adoro.
A parte ruim disso é que vai ser impossível para esse que vos fala fazer uma resenha limpinha e sem spoilers, foram muitas as observações e tô preparado para esmiuçá-las sem tomar qualquer cuidado. Portanto, leia por sua conta e risco (ou espere até ver o filme depois volte aqui pra concordar ou discordar!).

Por mais que o sucesso de atingir as telas de cinema (e conseqüentemente ter a chance de atingir audiências mundiais) seja bom para uma HQ, o produto final nem sempre está em sincronia com a obra original. Como minha intenção não é fazer um post “nerd vs Hollywood”, seguem aqui algumas poucas impressões relativas a adaptação cinematográfica de “The Surrogates”, uma série de 5 revistas escritas por Robert Venditti e ilustrada pelo talentoso e minimalista Brett Weldele.
A trama original nos leva a um futuro não muito distante no qual homens podem viver através de “Surrogates”, (”Substitutos” em tradução livre), máquinas feitas sob medida que imitam o homem a perfeição. Nesse mundo, o crime entra em queda já que todos os habitantes de Central Georgia podem confortavelmente viver sem sair de suas casas, enviando seus substitutos ao mundo real, assumindo a forma e aparência que bem entenderem. No entanto, nem todos os cidadãos de CG abraçam a chegada dos Surrogates e um deles decide começar uma carnificina robótica sem precedentes.
Saiu nas últimas semanas o trailer do filme, aparentemente além da estética ser totalmente diferente dos quadrinhos (com desenhos quase monocromáticos, em tons escuros, alguns deles com espaços vazios, apenas rabiscados em contraposição ao filme que é clean, futurista e cheio tomadas amplas e detalhadas), o perigo foi aumentado e a ação reforçada. A questão do filme dirigido pelo Jonathan Mostow (do equivocado “Terminator: Rise of the machines“) parece ser o risco de se morrer quando conectado ao Surrogate. Além desse desvio na trama original, o parceiro do detetive Greer (interpretado por Bruce Willis) foi transformado na bela Radha Mitchell. Dê uma olhada:
Paralelamente ao filme, Robert Venditti lançará em julho uma continuação da HQ original ainda contando com a parceria de Brett Weldele que lançou recentemente em seu blog uma prévia de “Surrogates: Flesh and Bone“:
Qual desses vai realmente prestar eu não tenho certeza, mas a recomendação que fica é: leia a HQ, vá ao cinema e decida por você mesmo!
Saiu esses dias o novíssimo trailer de “Sherlock Holmes” do Guy Ritchie com Robert Downey Jr. no papel principal. A estética é um misto de “Do Inferno” com “Snatch” e mostra uma bem humorada nova encarnação do maior detetive de todos os tempos. Não sei se as cenas de “catch underground” me agradaram, mas certamente ver um Sherlock cheio de atitude me deixou curioso.
Será que Sir. Arthur Conan Doyle aprovaria? Acredito que sim. Especialmente depois de termos sobrevivido ao boato de 2003 de que Britney Spears interpretaria uma versão moderna do detetive inglês.
Voltando ao trailer, destaque para o salto no Tâmisa, lembrando vagamente a passagem de “morte” de Holmes ao cair das Cataratas de Reichenbach. Bem legal!
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A questão nerd é: qual São Francisco você prefere?

A versão clara, modernosa e utópica vista no novo “Star Trek”!

A versão escura, detonada e distópica que veremos em “Terminator Salvation” no final de maio.

Ou a versão original cantada pelo Tony Bennet!
Que venha logo “Terminator Salvation” dia 22 de maio
Visto no io9!
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Não é de hoje que a ficção se reinventa com base nos mesmos conceitos. Pode-se dizer que o remake faz parte da própria linguagem humana já que cada “novo” discurso é previamente estabelecido em discursos anteriores. Academicismos a parte, saiu uma nota no filmstalker dizendo que Keanu “O eterno Ted” Reeves está para estrelar uma nova versão cinematográfica do clássico livro de Robert Louis Stevenson, “O Médico e o Monstro”.
Na onda da mini-série inglesa estrelada brilhantemente por James Nesbit e roteirizada por Steven Moffat, o filme pretende atualizar o mito do cientista que se torna vítima de sua própria fórmula. Só espero que Keanu esteja a altura do Hyde de Nesbit, um ator que sem grandes efeitos especiais, conseguia transformar-se numa criatura psicótica sem igual.
Tudo bem que pro Keanu interpretar um homem confuso e sem emoções não é lá muito difícil. Talvez o Dr. Jekyll seja o papel ideal!
Paralelamente a isso, Guilhermo Del Toro promete fazer também sua própria versão, só que fiel ao livro de Stevenson como nenhum outro jamais foi.
Independente de qual dessas vai prestar, quero ver todas!
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