Meio tosco, mas o timing (considerando o filme) foi legal:


Veja os outros personagens aqui.
Via Journalista.
Jimmy Hayward, diretor da animação Horton e o Mundo dos Quem, foi escolhido para comandar a adaptação cinematográfica que levará Jonah Hex, o pistoleiro mais feio da DC Comics, a tela grande.
A história foi escrita por Mark Neveldine e Brian Taylor, dupla de Adrenalina, que também ficaria responsável pela direção; devido a diferenças criativas, eles deixaram a produção. Decidida a iniciar as filmagens em março ou abril, a Warner e os produtores Andrew Lazar e Akiva Goldsman mantiveram o script e iniciaram a busca pelo substituto.
Hayward é cria do mundo da animação. Antes de dirigir Horton…, ele trabalhou como animador em filmes como Monstros S.A. e Procurando Nemo, tendo colaborado em funções distintas nas produções de Toy Story 2 e Robôs.
Jonah Hex, seu primeiro filme live action, será estrelado por Josh Broslin.
Duas notícias estão para agitar o cenário do mercado de quadrinhos no Brasil.
A primeira não é das melhores: a Pixel Media, editora integrante do grupo Ediouro, irá reduzir o número de publicações de histórias em quadrinhos em 2009, segundo informou em seu blog Odair Braz Jr. - ex-funcionário da Pixel -; em seguida, no blog da editora, surgiu o post do então editor-chefe Cassius Medauar comunicando seu afastamento dos trabalhos da casa:
(…)
Escrevo para comunicar a minha saída da Pixel. Os rumos tomados começaram a ser bem diferentes dos planos que tínhamos no começo e eu acabei não me encaixando mais nos planos da empresa.
(…)
A notícia, com certeza, pega os fãs de surpresa. A Pixel é a detentora dos direitos de publicação das HQs dos selos Vertigo e WildStorm, ambos da DC Comics, e vinha conseguindo boas críticas com revistas como a Pixel Magazine. Recentemente, a editora reiniciou a republicação de Sandman, de Neil Gaiman, depois do excepcional trabalho que a Conrad vinha - e vem - fazendo com o material. O acordo de publicação com a DC, inclusive, previa que a Conrad não pudesse fazer novas tiragens de álbuns esgotados, como são os casos de Prelúdios e Noturnos e Casa de Bonecas, respectivamente primeiro e segundo arcos da série, hoje vendidos a preços estratosféricos pela Internet.
Não se sabe ainda qual será o destino do poderoso catálogo que a Pixel tem em mãos: os fãs têm aguardado, quase que religiosamente, a continuidade dos encadernados do Monstro do Pântano, de Alan Moore, e Invisíveis, de Grant Morrison, por exemplo; é de Morrison, inclusive, outro lançamento esperado - Homem-Animal.
Enquanto isso, a editora Aleph, que tem obras de William Gibson e Philip K. Dick no currículo, comemora seus 25 anos de existência entrando com o pé direito no mercado de quadrinhos: irá lançar Watching the Watchmen, obra em que Dave Gibbons, co-criador e ilustrador da maxi-série escrita por Alan Moore, relata como se deu a construção da “graphic novel mais aclamada de todos os tempos”. Com tradução do roteirista Ricardo Giassetti, a publicação será chamada de Os Bastidores de Watchmen, segundo o release divulgado pelo editor Delfin:
Marcando o início das comemorações dos 25 anos da Editora Aleph, temos o prazer de anunciar a publicação do livro Os Bastidores de Watchmen (no original, Watching the Watchmen), do ilustrador e roteirista Dave Gibbons. Nas 280 páginas do livro, o desenhista da principal graphic novel moderna detalha, passo a passo, como foi concebido este quadrinho que é o único a figurar entre os cem principais romances em língua inglesa do século XX, segundo a revista Time, e também permanece como a única HQ a vencer o prestigioso prêmio Hugo, maior laurel da ficção científica mundial.
Os Bastidores de Watchmen possui design de Chip Kidd e Mike Essl, considerados dois dos melhores artistas gráficos norte-americanos. O livro também conta com um ensaio de John Higgins, responsável pelas cores da série original, com o desenvolvimento origianl da série por Alan Moore e, na edição brasileira, um anexo especial com notas explicativas. A tradução é de Ricardo Giassetti.
Um lançamento importante e bem contextualizado: com o filme causando barulho apenas com os trailers e prestes a chegar aos cinemas no primeiro semestre de 2009, a Aleph tem tudo para atrair a atenção dos fãs e dos potenciais interessados no making of sobre a obra que é a graphic novel mais… bem, vocês sabem o resto. A previsão de lançamento é para fevereiro.
Enquanto isso, a toda-poderosa Panini não dá um pio sobre um possível encadernado com as 12 edições de Watchmen, dando a entender que vai lançar - atrasadamente, claro - na época de lançamento do filme. Vamos ver se Os Bastidores de Watchmen da Aleph não chama a atenção de alguém nos escritórios da editora da Marvel e DC no Brasil.
No mais: o que será que aguarda os fãs de quadrinhos em 2009, hein?
Uma das mais bem sucedidas séries em quadrinhos publicadas pelo selo adulto Vertigo, da DC Comics, nos últimos anos, Fábulas (Fables, no original) deve ganhar uma série de TV em breve, segundo informou o Comic Book Resources. O piloto, a ser dirigido por David Semel (episódios de House, Buffy e o piloto de Heroes) e com roteiro de Stu Zicherman e Raven Metzner (que cometeram a atrocidade que foi o filme da Elektra), será produzido pelo canal ABC, o mesmo de LOST.
Bill Willingham, criador e escritor da série em quadrinhos, disse ao CBR que ele não tem nenhum envolvimento com a produção, assim como Mark Buckingham e James Jean, respectivamente desenhista e capista de Fábulas: “Eu não tenho nada a ver com o roteiro do piloto, que entendo já ter sido aprovado e aceito. Eu não fui consultado para o piloto. Ainda haverá discussões sobre se eu estarei envolvido ou não numa série que venha a surgir disso”, declarou o roteirista, com certa sisudez.
Mesmo sabendo que os direitos para a adaptação televisiva estavam sendo negociados, Willingham recebeu com surpresa a oficialização do piloto. Ele não sabe também se os personagens antropomórficos do gibi, como os Três Porquinhos, serão gerados por computação gráfica ou por atores maquiados.
Na HQ, diversos personagens dos contos de fadas moram na Cidade das Fábulas, em Nova York, depois de terem sido expulsas do mundo das fábulas pelo Adversário, o grande vilão da série. Branca de Neve, a vice-prefeita da Fabletown, e o Lobo Mau, o xerife do lugar, são os protagonistas. No Brasil, a Devir publicou os três arcos iniciais em encadernados: Lendas no Exílio, Animais da Fazenda e O Livro do Amor. Atualmente, a Pixel é a responsável pelos direitos de publicação da obra no país, que pode ser encontrada mensalmente na revista Fábulas Pixel.
Secret Invasion (ou Invasão Secreta), o grande evento de verão da Marvel em 2008 conduzido pelo escritor Brian Bendis, terminou na semana passada, recebendo críticas pouco favoráveis e já preparando o terreno para a próxima saga oba-oba da editora, Dark Reign (Reino Sombrio), a tomar boa parte das séries mensais da Casa das Idéias em 2009. Enquanto isso, na Distinta Concorrência, Final Crisis alcança sua edição #5 neste mês; a prévia revela o que poderia ter sido um evento nerd capaz de gerar uma repercussão maior do que qualquer saga da Marvel nos anos 00.
Ao menos, era o que se esperava quando Grant Morrison foi anunciado como escritor e J.G. Jones como ilustrador. A dupla, que havia trabalhado junta na ótima Marvel Boy quando Joe Quesada ainda era subordinado a Bill Jemas, foi anunciada com pompa; e com a liberação de uma ilustração-teaser composta pelos grandes heróis da editora e dos dizeres “Heróis morrem. Lendas vivem para sempre.”, esperava-se um evento realmente épico.
Os primeiros boatos indicavam que Morrison pretendia mudar radicalmente o status quo do Universo DC com a mini-série, o que aconteceria com a morte do Super-Homem, Batman e Mulher-Maravilha, seguida da elevação destes ao posto de Novos Deuses. À medida que mais informações vazaram, concluiu-se que, na verdade, o escritor iria apenas matar o Homem-Morcego — como foi visto no arco Batman R.I.P., concluído recentemente nos EUA.
Ainda assim, Final Crisis seria o “maior crossover que já existiu”, segundo o roteirista escocês, buscando contar uma história fechada em si, capaz de agradar aos fãs mais antigos e os novos, esquivando-se do simples quebra-pau maniqueísta e cheios de ramificações como Secret Invasion. Os editores da DC, representados pelo editor executivo Dan Didio, querendo lucrar o máximo possível, contradisseram Morrison e publicaram diversas histórias que precederiam a Crise Final, sendo o principal deles a Contagem Regressiva para a Crise Final (sendo publicada no Brasil atualmente). Usando, inclusive, os Novos Deuses, personagens criados por Jack Kirby, que o escritor exigiu que não fossem usados em qualquer publicação, na mini-série interligada A Morte dos Novos Deuses, por Jim Starlin.
As intromissões editoriais refletiram em roteiros rescritos, novas mini-séries interligadas e a saída de J.G. Jones da função de ilustrador da saga por razões não-especificadas publicamente — boatos maliciosos fazem analogia ao conto bíblico envolvendo David e Uriah. Carlos Pacheco, que foi escalado para ajudar Jones na arte, também anunciou que está de malas prontas para sair da DC. O motivo envolveria um imbróglio para que a editora desse continuidade a publicação da série Arrowsmith, que Pacheco criou ao lado do escritor Kurt Busiek, pelo selo WildStorm, irritando o desenhista espanhol; que deve anunciar um contrato de exclusividade de dois anos com a Marvel em breve, segundo os rumores. Um de seus primeiros trabalhos seria um arco da aguardada Ultimate Avengers, de Mark Millar. Dough Mankhe, que trabalhou com Morrison na ótima Frankenstein, mini-série integrante da saga Sete Soldados da Vitória, ficou a cargo do abacaxi de ilustrar o que restou da Crise.
Quem tem acompanhado a mini-série, contudo, nota que Morrison tinha real interesse em fazer desta uma Crise memorável; superior a enrolada e masturbatória Invasão Secreta. O tom da saga busca associar uma visão policial, das ruas — mas utilizando-se dos Lanternas Verdes para tal — naquela que pode ser a investida definitiva de Darkseid contra a Terra: os deuses de Nova Gênese foram mortos, e os de Apokolips estão entre nós, usando avatares humanos e alienígenas para dominar a humanidade. Super-Homem, Batman e Mulher Maravilha foram desestabilizados, restando aos demais heróis manter a resistência contra as forças invasoras. Quem acompanhou a fase do escritor em JLA, irá reconhecer elementos bem parecidos com o arco Rock Ages (Pedra da Eternidade no Brasil), onde o vilão criado por Kirby domina a Terra no futuro.
Mesmo com todos os problemas, vale a pena acompanhar Final Crisis e ver como Morrison irá amarrar as pontas daquela que deve ser sua última cartada com o universo DC num evento dessa proporção. Mas fica a dica: a verdadeira “crise final” e clássica do autor se chama Sete Soldados da Vitória.
“Esta é uma história sobre como ações de muito tempo atrás podem ter efeitos devastadores no presente.” É assim que Peter Milligan começa a explicar qual será o enfoque de Hellblazer a partir de janeiro de 2009, quando ele assume o posto de escritor regular da série.
Antes disso, o roteirista participa da edição comemorativa a ser publicada em dezembro, de número #250, que reunirá diversos autores e desenhistas para darem suas visões sobre aspectos distintos do personagem.
Para Milligan, que costuma ouvir as pessoas se referirem a John Constantine como um bastardo, esta é “apenas uma parte de quem ele é. Eu conheci alguns bastardos, e Constantine não é um deles. No fundo ele é um homem decente, com um código moral - só que ele não sabe muito bem que código é esse, e ele acaba sempre ficando muito distante dos padrões que coloca para si mesmo.”
E todo bom homem precisa de uma mulher decente, certo? É o que deve pensar Milligan ao estabelecer um par romântico para Constantine; uma mulher que, mesmo sabendo do que ele é capaz e do que o sujeito já fez, decidirá continuar ao seu lado. Elementos do passado do mago, no entanto, devem complicar o relacionamento, garante o autor.
Milligan, que depois de seu run em X-Force/X-Static no começo dos anos 00 tem passado por uma fase de trabalhos menores ou pouco comentados, assume a série ao lado do desenhista italiano Giuseppe Camuncoli (The Intimates); uma escolha pra lá de estranha para uma série como Hellblazer.
Tudo o que você precisa saber sobre a “graphic novel mais aclamada de todos os tempos”:

Via Journalista.
Morreu na manhã de hoje, segundo informou o Delfin no blog do Universo HQ, o quadrinista Claudio Seto. Um dos grandes nomes da Nona Arte tupiniquim, o artista se encontrava internado há alguns dias em decorrência de um derrame.
Nesta nota escrita por Felipe Aquino para o HQManiacs em 2007, quando Seto foi homenageado como Cidadão Honorário de Curitiba, é possível saber um pouco mais sobre ele.
Além disso, navegando pela rede, é possível ler uma história escrita e ilustrada por Seto para o NippoBrasil, entrevistas concedidas ao Baú da Grafipar e ao Alan Moore - Senhor do Caos.
Las aventuras de Bartbart, Lislis y Les Schtroumphsons (ou o que aconteceria se os Simpsons fossem ilustrados num estilo meio Tintim, meio Smurfs):

Por Ty Templeton e Andrew Pepoy, numa edição do gibi dos Simpsons deste ano.
Via Journalista.


A publicação do excepcional mangá de Naoki Urasawa, pela editora Viz, começa na terra do Tio Sam em 2009, como já comentados por aqui; o primeiro volume sai em fevereiro, o segundo em abril. Ambos custando 12,99 doletas.
Não custa o vale a pena ver de novo: na história, um grupo de amigos, durante a infância, elabora um plano de destruição do mundo; o planeta, claro, era salvo por eles no fim da brincadeira. O que eles não imaginavam é que alguém daquele seleto grupo de crianças seria capaz de, já adulto, pôr o plano infantil em prática, motivando-os a se reunir para descobrir quem seria o amigo traidor.
Vai, Conrad, corre atrás.
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