Se a morte de Michael Jackson representou realmente o fim do “pop”, só o tempo dirá. Mas o que já dá para perceber é que a fatalidade com o cantor (”merecidamente”) tirou as atenções de um dos principais festivais de música do mundo, o Glastonbury, que rolou no último final de semana em uma fazenda no sudoeste da Inglaterra e marcou a volta do Blur. Por isso, com a ajuda do Rogério Brandão e do Fabio EBP preparei uma amostra com o melhor e o (dependendo do seu gosto) pior do festival. Com essa misturada toda dá para ter uma idéia da cara do pop hoje. Ou do que ele era instantes antes de seu fim.
Dizzee Rascal - Bonkers
Lily Allen - Not Fair
Mäximo Park - Apply Some Pressure
Lady Gaga - Poker Face
Franz Ferdinand - No You Girls
Friendly Fires - Jump In The Pool
Yeah Yeah Yeahs - Zero
La Roux - Bulletproof
Bat For Lashes - Daniel
BÔNUS: Blur - Girls and Boys
BÔNUS 2: Klaxons tocando música nova fantasiados de Beetlejuice, Edward Mãos de Tesoura e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça.
Imaginar o futuro ou criar novas histórias de personagens clássicos da literatura não é nenhuma novidade. Só para citar exemplos recentes de quadrinhos, nos últimos anos tivemos Fábulas (de Bill Willingham) e Lost Girls (de Alan Moore). Como nos quadrinhos de Moore, a fotógrafa Dina Goldstein usou somente personagens de fábulas infantis, mas desta vez para mostrar como seria o futuro das princesas da Disney caso vivessem nos dias de hoje.
A Bela e a Vaidade.

Branca de Neve e os 4 Filhos.

Chapeuzinho Vermelho feat. Ronald McDonald.

Jasmim na Guerra.

Ex-Rapunzel.

Para ver mais do ensaio, vá até o site da fotógrafa e clique em Fallen Princesses.
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A estréia mundial do novo single do Calvin Harris acabou de acontecer no programa Zane Lowe da BBC Radio 1 e você já pode ouvir ele aqui. O escocês parou de emular o Tiësto (como em “I’m Not Alone“), mas continua com os dois pés nos anos 90.
Calvin Harris – Ready For The Weekend (feat. Mary Pearce)
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Que iPhone 3G S, o que? O lançamento do dia é machista e é hilário:
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Comic-strips (Campaign)
Comics National Museum
J.WALTER THOMPSON ITALIA, Milan
O lançamento oficial é só amanhã na MTVu, mas hoje você confere aqui:
(alguém lembrou da abertura de Capitu?)
Quem lê sempre o Goma! já conhece o Passion Pit. A banda lançou um EP Chunk of Change em setembro do ano passado e agora em maio lança Manners, o primeiro álbum completo.
dica do @fabioebp.
Uma folha em branco. O desespero de quem precisa escrever e não consegue. O terror de Eugene Pota, um autor respeitado de 73 anos que quer escrever um novo romance. Ele tenta uma, duas, três vezes. Sem sucesso, claro. A graça do livro “Retrato do Artista Quando Velho” do americano Joseph Heller está em acompanhar a trajetória do personagem até, enfim, conseguir escrever seu livro.
O título do livro é uma referência direta do clássico “Retrato do Artista Quando Jovem“, de James Joyce, e até mesmo o nome do personagem, Pota, tem origem em uma brincadeira (Portrait Of The Artist). As referências ao universo da literatura e aos autores não param por aí. Elas são, na verdade, o fio condutor da narrativa. Em sua jornada para escrever seu romance, o personagem Eugene vai atrás de outros escritores reais e mostra que muitos deles acabaram em chegando a um desespero existencial, o que levou ao alcoolismo, depressão ou suicídio. Ou até mesmo os três.
E é a reflexão sobre a vida de famosos autores que torna o livro realmente interessante. Pensar que grandes histórias da literatura foram criadas por pessoas que nem sempre conseguiram escrever sua própria história sem derrapar nas armadilhas que ela apresenta. Ou que grandes autores viveram histórias dignas de dramas que jamais teriam sido aceitos e publicados por seus editores.
Ao mostrar os medos e tragédias de alguns autores, o livro de Heller acaba dialogando com o trabalho de Andrew Becrat, ou Dunechaser. O japonês, que reside em Seattle, recria o nosso mundo com Lego. Em uma de suas séries ele transforma grandes autores, em pequenos bonecos. Grandes autores, que construíram grandes obras, mas que muitas vezes duvidavam do seu próprio tamanho e acabaram reduzidos às suas angústias.

James Joyce.

Ernest Hemingway

Virginia Wolf.

F. Scott Fitzgerald.

Charles Dickens.
A série completa de Dunachase com os escritores você aqui e mais do trabalho dele aqui.
Os teclados e sintetizadores vão marcar a cara da música pop de 2009. Dos novos álbuns de Lily Allen a Yeah Yeah Yeahs, passando pelos novíssimos do Datarock e Peaches (que vazaram essa semana), muitos artistas estão carregando suas produções com ecos do synthpop. O gênero, que surgiu nos final dos anos 70 e deu cara a muita coisa da produção musical da década seguinte, está passando por uma releitura.
Só que o assunto desse post não é música, mas continuemos nos 80’s. Se muita gente ainda tem dúvidas sobre a qualidade da música e da moda daquela década, não há dúvidas que devemos à “década perdida” muito do que a cultura pop é hoje. E se os anos 00 vão ficar marcados pela cultura do remix, nada melhor que remixar visualmente os ícones pop da TV dos anos 80.
Foi isso que o projeto Idiot Box (gíria americana para televisão) da Gallery 1988 fez. Diversos artistas com estilos completamente diferentes entre si escolheram produções da TV para apresentarem sua visão, mas as escolhas não ficaram só na década que dá nome à galeria. Há referências aos anos 90 e até aos anos 00. Porque não há mal nenhum em se olhar para trás, o problema é não saber caminhar para frente.

Alf (Alf - O É Teimoso)

Small Wonder (Super Vicky)

Danger Mouse (Danger Mouse)

The Fresh Prince of Bel-Air (Um Maluco No Pedaço)

A-Team + The Greatest American Hero (Esquadrão Classe A + Super-Herói Americano)

Baywatch (S.O.S. Malibu)

Lost (Lost)
Tá tudo à venda aqui.
Se a tão falada crise vai chegar ou já chegou no nosso país e quais serão suas consequências não cabe a mim nem ao Goma de Mascar! discutir. O negócio é encarar as adversidades destes tempos difíceis com bom humor. Alguns designers concordam comigo e, por isso, criaram releituras de logos famosos de diversar marcas.
Como você viu acima, saiu o segundo trailer japonês de Street Fighter: Legend of Chun-Li. Confesso que não estou muito empolgado para esse filme, porque me parece que vai ser uma bomba, assim como o primeiro (que eu só gostei porque vi quando tinha 10 anos). Mas nosso estimado amigo Bruno Aleixo me fez lembrar como era legal poder escolher entre uma gaja, um gordo… ou outra gaja. Bom, sem mais: Bruno Aleixo em uma partida emocionante de Street Fighter. Muito melhor que qualquer live action que possa ser feito de algum game (sem bem que a Megan Fox de Tomb Raider iria ser muito legal).
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