ainda não saiu nenhum trailer, mas apareceram alguns vídeos do filme de Darren Aronofsky [REQUIEM PARA UM SONHO, FONTE DA VIDA] que ganhou o Leão de Veneza e vai estrear nos EUA dia 19 de Dezembro [sem data ainda pro Brasil].
o drama com ares de ROCKY 1 tem todo o jeito de que vai garantir pelo menos uma indicação a melhor pro Mickey Rourke. segundo o Wikipediam [ahem] o compositor Clint Mansel - de REQUIEM - fez a trilha, que contém uma música do Bruce Springsteen nos créditos finais. a sinopse, roubada do Omelete:
O filme se baseia no livro que Robert Siegel escreveu sobre Randy “The Ram” Robinson, astro da luta-livre nos anos 80. Depois de ter um infarto em uma luta, Robinson (interpretação elogiadíssima de Mickey Rourke) fica sabendo que pode morrer se lutar novamente. A partir daí, ele tenta arrumar um emprego em uma loja e se enturmar com o filho da stripper (Marisa Tomei) com quem está morando. Mas surge, então, a proposta para uma luta com o seu maior rival, o Aiatolá, e fica difícil para The Ram resistir…

Um grupo de piratas, liderado por McMac, está prestes a torturar e matar o último sobrevivente de uma carnificina. Mas o capitão é tentado por uma sedutora proposta. Baseado no conto ´Lost Face´, de Jack London
curtas produzidos pelos Estúdios 215, de São Vicente, litoral de São Paulo. tem um lado ‘Hermes & Renato’ mas achei bem produzido e me lembrou da ILHA DO PERIGO que eu via quando moleque. tem no Youtube também.
parte 1:
parte 2:

Quem tem animal planet já deve ter visto a chamada do programa Dog Whisperer (o encantador de cães) do mexicano Cesar Millan.
Eu, como recente mãe de um Lhasa Apso, sai em busca do livro que me daria receitas para ter um cachorro perfeito.
Ledo engano. A proposta de Cesar é a seguinte: Eu reabilito cães e treino pessoas.
Se você é aquele tipo de pessoa que trata seu cachorro como uma criança revestida de pêlo, vai se frustrar um tanto ao ler o livro.
Cesar fala coisas óbvias, mas que esquecemos. Cachorro é cachorro. Não é gente. E quanto mais mimos de gente, mais frustrados e infelizes eles ficam.
Um cachorro tem senso de matilha, precisa de um líder firme, que imponha regras e limites. É por isso que os cachorros ficam todos loucos na cidade. Queremos suprir nossas carências e acabamos não dando aquilo que ele realmente precisa.
O fantástico é que ele fala de energia. Que é a linguagem do reino animal. Todos nós nos comunicamos através de energia. E é assim que precisamos aprender a falar com nossos cães. Ele coloca que o dono tem que ter uma energia calma e assertiva, que tem que ser firme e incisivo, como seria um lobo líder da matilha.
“Você pode berrar até perder o fôlego para que seu cão desça do sofá, mas, se você sabe que vai permitir que o cachorro fique no sofá se ele insistir muito, ele vai saber sua verdadeira posição e vai permanecer no sofá o tempo que quiser.” Pg 79
No seu programa, ele não usa comandos de voz, apenas um som grave e uma postura dominante. O que é totalmente diferente das técnicas de adestramento que estamos habituados a ver.
Ele também nós dá uma lição sobre viver no presente. Os cães vivem o agora. E nem precisam de anos de yoga para isso! Eles não se preocupam com o futuro, nem ficam remoendo o passado.
“Todos os dias, quando vou trabalhar, os cães me lembram que devo viver o presente. Sempre sou lembrado que o único momento real da vida é o agora” pg. 103
Mas o livro não é só sobre cachorro. Até quem não tem um companheiro peludo em casa deveria ler. Cesar escreveu com a ajuda de uma psicóloga, Melissa Jo Peltier, que analisa os donos e seus comportamentos.
Ele também conta sua trajetória do México até a terra dos sonhos, Hollywood, o que dá um bom romance. Meio novela mexicana, but it´s all right!
É um livro para todos os gostos. Que toca em questões óbvias, mas que muitas vezes não vemos, ou ainda, não queremos ver.
Fora, que como os cães, também somos animais que vivem em grupos, e todos os grupos precisam de líderes. Então se você quer ser um bom líder na sua matilha…ficadica!
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Maggie Estep é daquele tipo de escritora cujos olhos denunciam o incômodo da alma.

Então ela escreve, (”Escrevo porque preciso, preciso porque estou tonto.” - Leminsk) e coloca todo o seu lixo em linhas. Digo lixo, não porque a poesia dela seja ruim, mas porque ela escreve sobre o que perturba.
Tem gente que faz terapia e tem gente que faz poesia. Sorte daqueles que conseguem exorcizar seus demônios no papel.
Ficadica para quem quer conhecer uma poetisa americana contemporânea (e perturbada).
I’m an Emotional Idiot
so get away from me.
I mean,
COME HERE.Wait, no,
that’s too close,
give me some space
it’s a big country,
there’s plenty of room,
don’t sit so close to me.
Se os fãs de quadrinhos ficaram preocupados quando os executivos da Warner disseram querer adotar o tom sombrio do blockbuster Batman - Cavaleiro das Trevas para outros filmes inspirados em super-heróis, principalmente para o próximo Super-Homem, é bem provável que os fãs de um certo clássico da literatura e seu autor comecem a arrancar os cabelos.
Timur Bekmambetov, diretor russo responsável pela adaptação meiera d’O Procurado, gibizão divertido de Mark Millar e J.G. Jones, foi escalado pela Universal para filmar nada menos que Moby Dick, de Herman Melville. Segundo apurou o SlashFilm, o estúdio quer aplicar o mesmo estilo visual de Wanted para o clássico literário. Além disso, Adam Cooper e Bill Collage, roteiristas escalados para a adaptação, tomarão certas liberdades para com o texto de Melville.
Resta saber se, como bem apontou o carinha do SlashFilm, se teremos alguma tomada vislumbrando o traseiro da Angelina Jolie.

Samir Mesquista nasceu em Curitiba, mas mora em São Paulo. Não se sabe se a idéia da coletânea escrita pelo autor, Dois Palitos, surgiu no Twitter ou se foi concebida para caber dentro de uma caixa de fósforo mesmo. “Um cara de poucas palavras” é como ele se define em seu microblog e talvez daí é que venha a vontade de publicar 50 microcontos de até 50 caracteres (quase 3 vezes menos do que permitido no Twitter) embalados por uma caixa de fósforos. Por isso, se você cansou de ler microposts sobre a “vida real”, fica a dica para acessar a página do autor e ler alguns dos microcontos. Ainda não descobri como comprar pela internet, comofas?
A serie canadense JPod, que durou quase uma temporada, saiu em DVD ontem. Ta la no site da Amazon Canada.
Em breve em um torrent site perto de voce.
Q isso, Freinds, presta? Nao sei, nunca vi a serie. Pretendo ver em breve. Mas nao tem como dar errado: a serie eh baseada no livro JPod, de Douglas Coupland que eh o melhor livro da galaxia.

Não foi lancado em portugues. Reclamem com o Bispo. Douglas Coupland escreveu Geracão X - é por causa dele que usamos a expressao geracao x, ele inventou. Isso sugere que o cara é modinha e tosco, mas nao é nada disso. O sujeito é genial.
A primeira coisa que me impressionou em JPod foi o estilo - ou melhor, técnica literária. É uma doideira - as primeiras páginas, e alguns trechos no meio do livro são um stream of thought quebrado, que sugere um longo arquivo de Word com pensamentos perdidos e slogans de firma descarrilhados. O resto do texto inclui páginas de diários (eletrônicos), jogos matemáticos, bloguismos, twitterismos, manuais, trabalhos de faculdade, o escambau.
A história é o cotidiano de uma equipe de desenvolvedores em uma empresa que desenvolve vídeogames, presumivelmente a Electronic Arts do ponto de vista de um dos funcionários. A missao do grupo é inserir um clone de tartaruga ninja em um jogo de skate board. É puro realismo fantástico, feito para lembrar uma sitcom com personagens - 6 principais e uma renca de coadjuvantes - no limite do absurdo. Rola consumo de heroína apresentado de uma forma positiva, assassinatos casuais, tráfico de escravos, rola de tudo. É uma crítica ao capitalismo e um manual de sobrevivência ao mesmo tempo.
Uma das surpresas do romance é o dispositivo literário da narracao. Quem é nerd de literatura se liga nessas coisas. Um livro pode ter uma desculpa para existir em seu universo, e isso é um tipo de dispositivo literario. Werther, de Goethe, era uma colecao de cartas enviadas pelo narrador a um amigo. Dracula era uma compilacaos dos diarios de varios personagens e noticias de jornal. Os textos de gente como Clarah Averbuck, Henry Miller e Charles Bukowski sao eles mesmos as voltas com seus teclados. Dostoevsky ja usou um narrador onisciente que na verdade era dos personagens disfarcado, de forma sutil - como um easter egg escondido no conto O Sonho do Principe (foi um spoiler isso mas se incentivar alguem a ler Dostoevski foi para o bem). Douglas Coupland arrumou um dispositivo literario tornar o seu livro possivel e seu estilo justificavel que é o mais comico que eu ja vi, e o segundo mais original depois de Dostoevski. Entregando meio spoiler, metade do motivo dado para a existência do livro é a picaretagem extrema e assumida do próprio Douglas Coupland.
Em suma, é bom mesmo, galere, leiao!
Ctrl-c+Ctrl-v do grande Fábio Fernandes em seu Pós-estranho:
(…) o Instituto Itaú Cultural vai retomar, este ano, o evento Invisibilidades, voltado exclusivamente para a ficção científica. A segunda edição tem este que vos digita como curador, e vai trazer para São Paulo, nos dias 20 e 21 de setembro, uma série de autores e editores do gênero, para mesas-redondas onde se debaterá o presente e o futuro da FC no Brasil. Entre os convidados estão, entre outros, Octavio Aragão, Max Mallmann, Adriana Amaral, Sílvio Alexandre, Braulio Tavares e Fausto Fawcett (a lista completa de participantes e a programação serão divulgados em breve).
Como parte do evento, Guilherme Kujawski, responsável pela franquia do PECHA KUCHA NIGHT (aqui vocês podem entrar na comunidade brasileira do Orkut) abriu generosamente um call for submissions para uma versão dedicada à ficção científica. Abaixo, o edital:
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PECHA KUCHA NIGHT - SÃO PAULO (Vol. 4)
Parte do projeto INVISIBILIDADES (versão 2)Pecha Kucha Night (PKN) é um evento concebido em 2003 por Astrid Klein e Mark Dytham, do Klein Dytham Architecture, um estúdio de arquitetura e design situado em Tóquio, Japão. O termo é associado a idéias de encontro, conversa, bate-papo, enfim, tudo que se refere ao mundo da comunicação. Mais precisamente, o termo significa em japonês “burburinho”.
Grosso modo, o PKN é dirigido a todos os profissionais envolvidos com criatividade que queiram apresentar seus projetos, idéias, trabalhos a um público relativamente grande e variado. Por fazer parte do projeto INVISIBILIDADES, os organizadores do PKN São Paulo vão escolher projetos direta ou indiretamente relacionados ao universo da ficção científica.
O formato do PKN é composto apenas por duas regras muito simples, mas essenciais:
1) Cada participante pode usar apenas 20 imagens estáticas para apresentar suas idéias;
2) Cada imagem fica exatos 20 segundos em exibição em um telão. Ao término desse tempo, ela é substituída pela próxima, e assim sucessivamente, até que todas as imagens sejam exibidas e se esgote o tempo limite de 6 minutos e 40 segundos.
O quarto volume do PKN-SP será realizado no dia 20 de Setembro, às 20h30, no auditório principal do Itaú Cultural, situado na Avenida Paulista, 149, em São Paulo. Pretendentes de todo o Brasil podem enviar projetos, mas o instituto não se responsabiliza por passagens e acomodações dos participantes selecionados.
PARA SE REGISTRAR GRATUITAMENTE NO PKN - SÃO PAULO
Envie até o dia 30 de Agosto a sua proposta para o pknsp@cibercultura.org.br. Não esqueça de incluir no corpo do e-mail as seguintes informações: nome, idade, sexo, telefone, endereço de e-mail, website, profissão, nome da empresa em que trabalha, um pequeno currículo (máximo de 3.000 caracteres), descrição do projeto (máximo 3.000 caracteres), 5 imagens (não envie as 20 imagens na fase de seleção).
Se tiver dúvidas ou quiser obter mais informações, escreva para kuja@cibercultura.org.br
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