Christopher Howe é um americano que está atravessando a distância de quase 10.600 quilômetros entre Los Angeles e o Brasil, caminhando.
A ideia iluminada surgiu durante uma meditação, em que ele descobriu que gostaria de transpor seus limites e inspirar as pessoas ao seu redor a fazer o mesmo.
A partir disso foi criado o projeto “I AM Walking”, site que acompanha a trajetória, recebe orações para que Howe leve pelo caminho, e explica toda a história. O vídeo abaixo (em inglês) mostra como tudo aconteceu:
A caminhada começou em outubro de 2008, e deveria terminar em outubro deste ano em Mundaú - Ceará, segundo a rota exibida no site. DEVERIA, porque lendo o blog a gente descobre que o cara ainda não saiu dos Estados Unidos, quando deveria estar no meio do México.
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compre: tênis de vários modelos
Um doido ae fez um album bonito no Flickr so com fotos de um lugar que eu considero cabuloso: O Colosseu Quadrado.
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Pra quem gosta de modernices, Le Corbusier e afins eh um prato cheio. Quem mandou fazer foi Mussolini: numas de emular/afrontar/fazer cover do Imperio Romano o homem construiu um novo centro historico, por assim dizer. O objetivo era expandir a cidade pros lados do mar (deu meio certo) e celebrar os 20 anos de fascismo quando concluida. O distrito foi chamado de e42 (wtf) e depois Exposicao Universal de Roma. Ou simplesmesnte EUR. Ficou assim:
Parece a Sao Paulo de Niemeyer. Soh parece, porque a de Roma eh absurdamente arborizada, agradavel e nao eh cercada pela regular Sao Paulo.

O icone do lugar eh o Palacio da Civilidade, ou Coliseu Quadrado. Eh uma parodia, mas impressiona. E historicamente falando, novinho em folha.

As estatuas que decoram o Palazzo tem um estilo bem distinto que nao por acaso influenciam ate hoje a publicidade de marcas italianas como Dolce & Gabanna. Saca soh:
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robado daqui
Colosseu Quadrado no E.U.R. em Roma: xequiraut

Hoje deu uma vontade repentina de googlar sobre Dublin e achei um ótimo blog para quem tem curiosidade mais a respeito da capital irlandesa que é a cidade natal de Oscar Wilde, Bernard Shaw, Jonathan Swift, Bono Vox e tantos outros. É o E-Dublin, inaugurado em Janeiro de 2008 por Homero Carmona e Eduardo Giansante, paulistanos da gema que resolveram se aventurar pela Irlanda.
E o papo não fica só restrito a Dublin não. Dá pra descobrir particularidades pouco divulgadas sobre cidades como Brighton, Edimburgo, Estocolmo e tantos outros destinos europeus presentes em nosso imaginário.
Mas muito além mostrar o contexto turístico, o E-Dublin enfoca mais as freqüentes dúvidas de pessoas que estão prestes a decidir ou já estão de malas prontas para ir à capital da Irlanda, seja descendo a lenha nas escolas de inglês, seja elogiando uma agência de empregos do governo local.
Dez coisas que você precisa saber sobre Dublin:
Altamente recomendado!
Quem assistiu The Amazing Race na última semana, na CBS (ou na internet), com certeza deu algumas risadas com as bolivianas chamadas de Cholitas Luchadoras. É um grupo de índias da cidade de En Alto, que faz apresentações de luta livre e se utiliza disso como uma forma de protesto contra o preconceito e discriminação que as mulheres indígenas sofreram.

Em 2006 foi produzido um curta-metragem chamado Fighting Cholitas, contando a história dessas mulheres e mostrando sua rotina pesada de treinamento.
No youtube existem vários vídeos com o fantástico show das Cholitas.
Mais informações no site Cholitas Wrestling, e neste blog uma reportagem da BBC Brasil, abordando o contexto político.

Cai pá cima!

Do surgimento da arte, no período em que as pinturas ainda eram feitas nas paredes das cavernas, até o seu confinamento nas galerias e museus, milhares de anos se passaram. Mas, nesse meio tempo, não foram poucos os que quiseram devolver a arte para o espaço público e para a livre apreciação. As ultimas tentativas, em sua maioria, foram as que usaram a chamada “cultura de rua”, utilizando o grafite e os stickers. Aliás, muitos dos que começaram com o grafite, só para citar um exemplo, foram parar nas grandes galerias e espaços privados. É o caso d`os gêmeos, que depois de exporem pelo mundo todo, inauguraram uma exposição no Museu Oscar Niemeyer em Curitiba.
Nos últimos meses, duas iniciativas me chamaram a atenção por usarem como suporte a fotografia e fazerem o caminho inverso: saindo dos museus e ganhando as ruas. A primeira utiliza como espaço para exposição a favela e os barracos que ali estão. O projeto é do francês J.R. e, antes de ir chegar ao Morro da Providência (Rio de Janeiro, RJ), passou por Sudão, Serra Leoa, Quênia e Libéria. Índia, Camboja, Laos e Marrocos estão entre os próximos destinos. Você pode acompanhar o projeto através deste site.
O artista já expôs nas paredes externas no museu londrino Tate Modern, ao lado de um trabalho dos já citados os gêmeos. No Brasil, o trabalho de J.R. buscou colocar arte onde antes não existia e, com isso, chamar atenção da mídia para um lugar cheio de conflitos. Vale lembrar que o morro onde foram expostas as fotos foi destaque nos noticiários há alguns meses quando militares entregaram alguns jovens a traficantes de um morro vizinho. Os adolescentes acabaram sendo executados.

A segunda iniciativa, Through Lens Gallery, é mais modesta, mas não menos ousada, e usa os pontos de ônibus de Curitiba. Onde só se podia ver propaganda de produtos ou serviços, agora podem ser vistas fotos temáticas que vão de shows à igrejas de diferentes lugares do mundo. O projeto, assim como as fotos, são do redator e fotógrafo curitibano Zaro e, como as obras são coladas nos vidros apenas com fita dupla face, cada exposição acaba tendo um tempo de duração que nem mesmo o autor pode controlar. Como em um Big Brother da arte, quem decide é o público, que pode levar as fotos para casa.

Enquanto uma exposição faz com que quem espera para se deslocar até sua casa ou trabalho viaje milhares de quilômetros antes mesmo de entrar no seu ônibus, a outra dá uma cara diferente para a favela: a dos próprios moradores.
Estou em Amsterdam. Parece Santos, mais chuvosa e com bem mais canais. Não é tão mal quanto parece: locais apontam que como resultado de tanta chuva a grama é mais verde em Amsterdam. E isso sem trocadilhos com a famosa tolerancia à maconha, a cidade é cheia de jardins e parques bem bonitos mesmo.
Os prédios aqui são tortos também. Desde sempre.
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Aparentemente foram projetados assim mesmo - holandeses gostam de design. Ao mesmo tempo, eles têm cara de pirata. A cidade é portuária por sinal.



As dicas que ficam pra quem vai é evitar armadilhas para turista como coffeeshops Bulldog e os museus do sexo da vida e tomar muito, muito cuidado na rua. Tem bicicletas, vespas e até bondes disputando faixas com pedestres em toda parte.
Uma coisa legal de Amsterdam que pode ser apreciada gratuitamente através da internerd é o club Paradiso, que tem um site - Fabchannel - onde se pode baixar shows completos de todo mundo que toca lá. Como o local é descolado, o catálogo é bom. Abaixo, MGMT ao vivo no Paradiso.
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