


Fãs de Beatles, pulem.
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Aconteceu no estado da Virgina, Estados Unidos: o soldado especialista em armas Christopher Lanum, suspeito de esfaquear e disparar com uma espingarda um colega de farda na base militar de Fort Eustis, fugia com a namorada Patsy Ann Marie Montowski até finalmente serem encurralados no parque nacional Shenandoah. Ao recusar a rendição oferecida pela polícia e permanecer com a espingarda em punho, prestes a disparar, Lanum foi alvejado por vários disparos e morreu no local.
O fato chamou atenção porque o soldado estava fielmente fantasiado como Coringa, vilão do Batman.
Obcecado pelo personagem, Lanum teria vestido a roupa e se maquiado como Coringa depois de assassinar o colega Mitchell Stone depois de uma discussão e fugir de Fort Eustis. Na van da namorada, eles foram avistados próximo ao parque nacional e perseguidos pela polícia. Ao serem encurralados depois que a van bateu, o soldado ainda teria pedido para a namorada matá-lo com a espingarda. Quando ela se negou, o fantasiado Coringa apontou a espingarda para os policiais e se negou a soltá-la.
O caso foi descoberto quando Patsy Ann, após ser atendida no hospital por também ter sido alvejada, foi indiciada pela co-participação no caso envolvendo Lanum.
Via Warren Ellis.
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A noticia chegou ate mim primeiro por MSN, pouco mais de uma semana atras. Um legislador de San Francisco (sempre la!) chamado Tom Ammiano apresentou uma proposta para legalizar o consumo e taxar a venda de maconha no Estado da California. A medida preve o consumo legalizado para qualquer um maior de 21 anos (tambem a idade minima para consumo de alcool nos EUA).
A proposta ganhou atencao e esta sendo debatida a serio. A maconha ja eh legal para uso medicinal desde 1996 na California. Gracas ao esforco de medicos e pesquisadores, a definicao de uso medicinal valido foi expandida imensamente na ultima decada, e hoje eh possivel obter receita para problemas como stress e ansiedade. Legalizar a erva seria tudo menos traumatico para a California: lar de inumeros ativistas da marijuana, o estado tem problemas bem mais pesados com drogas bem mais serias.
A droga se tornou ilegal por decreto/passe de magica. A luta para legalizar tem sido longa e comecou com a descriminalizacao do porte de pequenas quantidades na California em 1975, o famoso “Moscone Act”, que economizou zilhoes gastos em apavoros policiais. O Ato Moscone foi muito bem, obrigado, enquanto o Moscone em si acabou assassinado junto com Harvey Milk. Nao eh mole nao!
Hoje a proposta AB390 foi parar na serissima e mainstream Fox News. Os liberais gringos estao conseguindo discutir isso na tribuna publica por causa da… crise. Foi a crise de 29 que levou a legalizacao do alcool nos EUA e a possibilidade de fazer grana sempre foi o melhor argumento para qualquer coisa por la. Serat que agora vai?
O jornal San francisco Chronicle deu espaco para o comentario de Kevin Sabet, conselheiro anti-drogas de Clinton e Bush, que nao gostou da proposta, xingou e fez birra contra. Tom Ammiano tambem apresentou seus muitos argumentos a favor.
Consideracoes eu podia fazer varias, mas estou com preguica. Eu fumo, compro em coffeeshops, ninguem me olha torto e muito menos me ameaca com punicoes legais. Nao eh problema meu. Mas fica uma consideracao vai: quer apostar quanto que o dia que legalizarem a maconha nos EUA em 5 minutos ela vai ser legalizada no Brasil e nao vai ter debate nenhum e nao vao neeeeeeeem pestanejar? Eh dois palitos, galere.
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Antes de mais nada, vale lembrar que nosso amigo Thiago já fez um post sobre o Zeebo, que você confere AQUI
Mas agora, mais notícias sobre Zeebo saíram, e nós não podíamos deixar de fora:
Tectoy Digital libera vídeo de “Zeebo Extreme”
‘Zeebo Extreme’ está sendo desenvolvido em Campinas
A Tectoy Digital liberou um vídeo de “Zeebo Extreme”, primeiro jogo a utilizar o controle sensível aos movimentos do console. Com lançamento programado para setembro, o game de esportes radicais inicialmente terá três modalidades: rolimã, boia cross e corrida aérea. Até o final do ano, a produtora de Campinas pretende liberar outras três modalidades, incluindo Baja e wakeboard.O controle com acelerômetro funciona de modo semelhante ao Wii Remote, com três eixos, mas não tem a função de apontador (infra-vermelho).
Revelado no final de 2008, o Zeebo, console, desenvolvido em parceria com a Qualcomm pela Zeebo Inc., braço norte-americano da Tectoy, tem lançamento previsto no mercado nacional para junho. A princípio, será comercializado em fase de testes em uma cidade do país - atualmente, o páreo estaria entre Ribeirão Preto, Curitiba e Rio de Janeiro.
Até o Dia das Crianças, a ideia é que o Zeebo esteja disponível em todo o país, mas o dólar alto é a maior preocupação da Tectoy, pois deixaria o preço do videogame em torno de R$ 599, valor considerado alto pela companhia, principalmente para disputar mercado com o PlayStation 2.
A Tectoy Digital ainda trabalha em pelo menos quatro novos games compatíveis com o acelerômetro.
Tá vamos lá…

Direto ao ponto:
- A Tectoy é demais, sempre foi, e não digo isso pelo Zeebo, mas ela fez um trabalho sensacional na época do Master System, Game Gear, Mega Drive e afins.
- Brasileira, não desistiu nunca!
- É lenda entre fanáticos por videogames na Europa, pois foi a única a lançar jogos para Master System não disponíveis em nenhum outro país.
Agora… Lançar um aparelho, que quer competir com o PS2 que vai ser descontinuado no ano que vem por estar ficando obsoleto, custar 599 reais (mais do que custa o Playstation 2 hoje) e tentar imitar o Nintendo wii com o tal do acelerômetro, o que fatalmente implicará em comparações que obviamente vão favorecer a Nintendo e não a TecToy…
Hum… Sei não…
Fonte: UOL
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A Diamond Select Toys, a mesma responsável pela réplica do Capacitor de Fluxo e dos bonequinhos Minimates (ambos do filme De Volta Para O Futuro), aprontou mais uma…

Obs: Todas as fotos a seguir são de um modelo ainda em desenvolvimento















Podem-se esperar as novas miniaturas para meados de Julho deste ano, e diferentemente da réplica do Capacitor de Fluxo, esta custará apenas US$ 37.99!
Fonte: BTTF.com
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311 anuncia novo álbum: Uplifter
E como sou um cara que mantém a esperança viva, deixo aqui alguns clipes da melhor época da banda:
Transistor (Transistor - 1997)
Beautiful Disaster (Transistor - 1997)
Flowing (Soundsystem - 1999)
Se você ainda acha que não conhece a banda, tente lembrar de músicas como Love Song (cover do The Cure) e Amber, ambas lançadas quando 311 começou a aumentar seu apelo comercial:
Love Song (Trilha Sonora do Filme “50 First Dates” - 2004)
Reconheceu agora? É, imaginei que sim.
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E saiu um video promo da banda com Bob Rock e uma prévia de uma nova música:
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O apelo é grande. Comprar, comprar e comprar…Vivemos na era do consumismo e somos movidos a, muitas vezes, comprar até o que não precisamos.
Quem não tem uma coisinha encostada que atire a primeira pedra. Pode ser aquele creme contra rugas que nunca chegou ao final (eu sou rainha de fazer isso, compro mil cremes e nunca uso) pode ser o ab-shaper mofando embaixo da cama…
Compramos besteiras, gastamos dinheiro à toa e ainda poluímos mais do que precisamos. Não, eu não me converti ao Greenpeace, só resolvi começar o ano com algumas resoluções diferentes.
Por exemplo, vou chegar ao fim dos meus xampus, chega de gastar rios de dinheiro na farmácia. Também vou mandar tingir algumas roupas antigas e reaproveitá-las (Fiz isso com uma camisa e fiquei impressionada com o resultado!). Não vou cair na tentação das liquidações de janeiro. Ser inteligente é saber aproveitar tudo que você tem ao seu alcance, sem gerar mais gastos.
Viver melhor e com menos é a capa da Época dessa semana. A matéria está bem interessante, e o que me chamou atenção foi a iniciativa de David Bruno

Ele quer viver um ano com 100 objetos pessoais. Isso que é desafio! Quem sabe eu chegue a esse ponto um dia. Mas já vou me propor a consumir menos, utilizar tudo que tenho até o fim e evitar desperdício. Já é uma boa resolução de ano novo, não é mesmo minha gentchi?!
Outra resolução de ano novo é fazer backups constantes e imprimir as fotos importantes. Depois que você perde 3 aniversários, percebe que não pode contar sempre com o computador. Perder fotos é muito triste. Por mais que você se lembre perfeitamente daquele momento especial, a foto sempre dá cor e vida às lembranças.

Achei um site bem bacana, onde você monta o seu álbum e manda imprimir. O preço de um álbum pequeno não é tão caro (R$24,90 20 folhas) e garante que aqueles momentos sempre estarão a salvo.
Também quero fazer algo diferente esse ano. Todo ano eu tento começar algo novo, ano passado fiz capoeira, amei e aconselho para todo mundo. Esse ano quero começar a dançar e pintar cerâmica. Matha Stweart batendo forte dentro de mim! Mas é verdade, é tão bom achar hobbies novos. Quem sabe aqui você também encontre algo.
E você? Já fez sua listinha de resoluções para 2009? O mais importante é não chegar em 2010 tendo que prometer as mesmas coisas…

A ex-modelo e atriz Bettie Page, cujas fotos ajudaram a desencadear a revolução sexual dos anos 60, morreu nesta quinta-feira (11) em Los Angeles, aos 85 anos, informou seu agente, Mark Roesler, em um comunicado.
O site de Bettie Page informou ainda que a pin-up morreu de pneumonia em um hospital. No dia 2 de dezembro, ela havia sofrido um ataque cardíaco, não recuperou a consciência e permanecia internada.

Via G1 e UsaToday. o site oficial da ex-modelo está com uma mensagem do seu assessor na home.

foi-se a pin-up mais famosa do mundo - talvez mais que Marilyn, pelo menos em termos de influência - a mãe, tia e vó de todas as modelos burlescas e meninas roqueiras de franjinha e tatuagem que estão descobrindo sua sexualidade e fazem pose de safada inocente pra foto no orkut, fotolog, flickr e myspace. as fotos nesse post são uma amostra mínima do material que ela produziu e inspirou tanta gente. em algum quarto de motel com móveis de pernas palito, o espírito dela vive.


Abaixo trailer da cinebiografia de 2005, “The Notorious Bettie Page”, que ainda não foi lançada em dvd no Brasil.
e aqui alguns dos vídeos meio bizarros de ‘teatro de revista’:
saiba mais sobre a mitológica vida de Bettie - de secretária a modelo ousada a reclusa - aqui no wiki.
hector atualizou
Duas notícias estão para agitar o cenário do mercado de quadrinhos no Brasil.
A primeira não é das melhores: a Pixel Media, editora integrante do grupo Ediouro, irá reduzir o número de publicações de histórias em quadrinhos em 2009, segundo informou em seu blog Odair Braz Jr. - ex-funcionário da Pixel -; em seguida, no blog da editora, surgiu o post do então editor-chefe Cassius Medauar comunicando seu afastamento dos trabalhos da casa:
(…)
Escrevo para comunicar a minha saída da Pixel. Os rumos tomados começaram a ser bem diferentes dos planos que tínhamos no começo e eu acabei não me encaixando mais nos planos da empresa.
(…)
A notícia, com certeza, pega os fãs de surpresa. A Pixel é a detentora dos direitos de publicação das HQs dos selos Vertigo e WildStorm, ambos da DC Comics, e vinha conseguindo boas críticas com revistas como a Pixel Magazine. Recentemente, a editora reiniciou a republicação de Sandman, de Neil Gaiman, depois do excepcional trabalho que a Conrad vinha - e vem - fazendo com o material. O acordo de publicação com a DC, inclusive, previa que a Conrad não pudesse fazer novas tiragens de álbuns esgotados, como são os casos de Prelúdios e Noturnos e Casa de Bonecas, respectivamente primeiro e segundo arcos da série, hoje vendidos a preços estratosféricos pela Internet.
Não se sabe ainda qual será o destino do poderoso catálogo que a Pixel tem em mãos: os fãs têm aguardado, quase que religiosamente, a continuidade dos encadernados do Monstro do Pântano, de Alan Moore, e Invisíveis, de Grant Morrison, por exemplo; é de Morrison, inclusive, outro lançamento esperado - Homem-Animal.
Enquanto isso, a editora Aleph, que tem obras de William Gibson e Philip K. Dick no currículo, comemora seus 25 anos de existência entrando com o pé direito no mercado de quadrinhos: irá lançar Watching the Watchmen, obra em que Dave Gibbons, co-criador e ilustrador da maxi-série escrita por Alan Moore, relata como se deu a construção da “graphic novel mais aclamada de todos os tempos”. Com tradução do roteirista Ricardo Giassetti, a publicação será chamada de Os Bastidores de Watchmen, segundo o release divulgado pelo editor Delfin:
Marcando o início das comemorações dos 25 anos da Editora Aleph, temos o prazer de anunciar a publicação do livro Os Bastidores de Watchmen (no original, Watching the Watchmen), do ilustrador e roteirista Dave Gibbons. Nas 280 páginas do livro, o desenhista da principal graphic novel moderna detalha, passo a passo, como foi concebido este quadrinho que é o único a figurar entre os cem principais romances em língua inglesa do século XX, segundo a revista Time, e também permanece como a única HQ a vencer o prestigioso prêmio Hugo, maior laurel da ficção científica mundial.
Os Bastidores de Watchmen possui design de Chip Kidd e Mike Essl, considerados dois dos melhores artistas gráficos norte-americanos. O livro também conta com um ensaio de John Higgins, responsável pelas cores da série original, com o desenvolvimento origianl da série por Alan Moore e, na edição brasileira, um anexo especial com notas explicativas. A tradução é de Ricardo Giassetti.
Um lançamento importante e bem contextualizado: com o filme causando barulho apenas com os trailers e prestes a chegar aos cinemas no primeiro semestre de 2009, a Aleph tem tudo para atrair a atenção dos fãs e dos potenciais interessados no making of sobre a obra que é a graphic novel mais… bem, vocês sabem o resto. A previsão de lançamento é para fevereiro.
Enquanto isso, a toda-poderosa Panini não dá um pio sobre um possível encadernado com as 12 edições de Watchmen, dando a entender que vai lançar - atrasadamente, claro - na época de lançamento do filme. Vamos ver se Os Bastidores de Watchmen da Aleph não chama a atenção de alguém nos escritórios da editora da Marvel e DC no Brasil.
No mais: o que será que aguarda os fãs de quadrinhos em 2009, hein?
Uma das mais bem sucedidas séries em quadrinhos publicadas pelo selo adulto Vertigo, da DC Comics, nos últimos anos, Fábulas (Fables, no original) deve ganhar uma série de TV em breve, segundo informou o Comic Book Resources. O piloto, a ser dirigido por David Semel (episódios de House, Buffy e o piloto de Heroes) e com roteiro de Stu Zicherman e Raven Metzner (que cometeram a atrocidade que foi o filme da Elektra), será produzido pelo canal ABC, o mesmo de LOST.
Bill Willingham, criador e escritor da série em quadrinhos, disse ao CBR que ele não tem nenhum envolvimento com a produção, assim como Mark Buckingham e James Jean, respectivamente desenhista e capista de Fábulas: “Eu não tenho nada a ver com o roteiro do piloto, que entendo já ter sido aprovado e aceito. Eu não fui consultado para o piloto. Ainda haverá discussões sobre se eu estarei envolvido ou não numa série que venha a surgir disso”, declarou o roteirista, com certa sisudez.
Mesmo sabendo que os direitos para a adaptação televisiva estavam sendo negociados, Willingham recebeu com surpresa a oficialização do piloto. Ele não sabe também se os personagens antropomórficos do gibi, como os Três Porquinhos, serão gerados por computação gráfica ou por atores maquiados.
Na HQ, diversos personagens dos contos de fadas moram na Cidade das Fábulas, em Nova York, depois de terem sido expulsas do mundo das fábulas pelo Adversário, o grande vilão da série. Branca de Neve, a vice-prefeita da Fabletown, e o Lobo Mau, o xerife do lugar, são os protagonistas. No Brasil, a Devir publicou os três arcos iniciais em encadernados: Lendas no Exílio, Animais da Fazenda e O Livro do Amor. Atualmente, a Pixel é a responsável pelos direitos de publicação da obra no país, que pode ser encontrada mensalmente na revista Fábulas Pixel.
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