valeu a todos que vieram! foi mais um chat de awards engraçado. não vou postar dessa vez o arquivão do papo, tivemos muitas informações pessoais na conversa.
O seriado The L word já está na sua quarta temporada aqui no Brasil (é transmitido pela Warner) e eu nunca tinha visto. Tirando o fato da maior parte das relações serem homossexuais é um seriado bem comum. Agora o que me chamou a atenção foi a trilha sonora. Bôa. Ôtema.
Neste blog eles colocam todos os títulos das músicas desde o primeiro episódio. Eu selecionei o link que do episódio que assisti ontem. Long time coming.
Pelo que parece, sempre tem um “convidado” musical no pub do seriado. Eu sempre achei isso meio VA, tocar em seriado…sei lá…Quando assistia Barrados no Baile sempre pensava que as bandas que tocavam lá eram meio decadentes e por isso acabavam no seriado. Mas vale a pena prestar atenção no The L Word, não pela trama, mas pela trilha.
O clipe abaixo é da banda Uh Uhu her, que está na trilha do seriado.
E agora a outra Gaga…Se vc já cansou de assistir a Gaga de ilhéus (que não deixa de ser uma super Lady) escute Lady Gaga e dance. Dance muito.
Pô, o nome real dela é Stefani…além do nome o corte do cabelo tb me remete a outra Stefani …né não?
o físico Michio Kaku, especialista em teorias de supercordas, é um grande divulgador da Ciência e não à toa seu livro THE PHYSICS OF THE IMPOSSIBLE vende bem nos EUA; o cara sabe usar exemplos da Cultura Pop quando vai falar de viagens no tempo, universos paralelos, teletransporte, contatar Deus, tipos de civilizações, experiências como a do LHC, telepatia etc.
ele cumpre hoje mais ou menos o papel que o Carl Sagan cumpria nos anos 70, mas de uma forma mais abrangente. ele cita sempre Star Wars, Star Trek, De Volta Para o Futuro e Sliders [em cujo piloto o Jerry O’Connel aparece lendo “Hyperspace”, um de seus livros] e por essas e outras seus textos atingem tanta gente: o cara sabe pra quem está falando, afinal filmes, séries e HQs fizeram e vêm fazendo de todos nós nerds em potencial não é de hoje.
falando em nerds, o entrevistador é Deepak Ananthapadmanabha - chamado de “o Jon Stewart indiano” - que pode ser visto aqui pagando mico ao entrevistar o escritor Grant Morrison na Comicon.
parte 1
parte 2
parte 3
parte 4
parte 5
Não tem nenhuma novidade ou spoiler, mas ABC está mostrando como o primeiro promo da quinta temporada.
Já tem algumas semanas que o boato de uma versão da famosa série britânica Doctor Who poderá chegar aos cinemas.
Os boatos falam da intenção do roteirista, Steven Moffat, em fazer uma adaptação, da possibilidade do atual Doutor Who, David Tennant, que está negociando para a quinta temporada, fazer o papel também no cinema, e o mais inesperado, o produtor da série teria anunciado sua vontade de ver Catherine Zeta-Jones como a companheira do doutor no filme.
Ainda não existe nenhuma confirmação dos boatos todos, nem mesmo do começo da produção. A próxima temporada da série será em 2010, mas serão exibidos o especial de natal de 2008 e quatro episódios especiais em 2009.

Para aqueles que não conhecem, a série trata das viagens do tempo feitas pelo misterioso personagem conhecido apenas como “o doutor”, sempre com um companheiro, resolvendo problemas, e enfrentando monstros e alienígenas. Exibida pela BBC desde a década de 60, saiu do ar nos anos 90, voltando em 2005, para alegria dos nerds, conquistando novos fãs (como eu).
De tempos em tempos o doutor é trocado (foram dez até hoje), pela sua capacidade de se regenerar quando está morrendo. A figura do companheiro também muda de forma frequente (até a Kylie já entrou nessa), culpa de universos paralelos, daleks e eventos inesperados.
A minha favorita é Rose Tyler (a gata Billie Piper), que participou até julho de 2006, e voltou agora em 2008 pra uma participação especial nos quatro último episódios da temporada. A última companheira fixa do doutor foi a comediante inglesa Catherine Tate, no papel de Donna Noble.
Doctor Who - O Fim do Mundo
Billie Piper como cantora
Catherine Tate, em seu programa de comédia, como a melhor tradutora EVER
A serie canadense JPod, que durou quase uma temporada, saiu em DVD ontem. Ta la no site da Amazon Canada.
Em breve em um torrent site perto de voce.
Q isso, Freinds, presta? Nao sei, nunca vi a serie. Pretendo ver em breve. Mas nao tem como dar errado: a serie eh baseada no livro JPod, de Douglas Coupland que eh o melhor livro da galaxia.

Não foi lancado em portugues. Reclamem com o Bispo. Douglas Coupland escreveu Geracão X - é por causa dele que usamos a expressao geracao x, ele inventou. Isso sugere que o cara é modinha e tosco, mas nao é nada disso. O sujeito é genial.
A primeira coisa que me impressionou em JPod foi o estilo - ou melhor, técnica literária. É uma doideira - as primeiras páginas, e alguns trechos no meio do livro são um stream of thought quebrado, que sugere um longo arquivo de Word com pensamentos perdidos e slogans de firma descarrilhados. O resto do texto inclui páginas de diários (eletrônicos), jogos matemáticos, bloguismos, twitterismos, manuais, trabalhos de faculdade, o escambau.
A história é o cotidiano de uma equipe de desenvolvedores em uma empresa que desenvolve vídeogames, presumivelmente a Electronic Arts do ponto de vista de um dos funcionários. A missao do grupo é inserir um clone de tartaruga ninja em um jogo de skate board. É puro realismo fantástico, feito para lembrar uma sitcom com personagens - 6 principais e uma renca de coadjuvantes - no limite do absurdo. Rola consumo de heroína apresentado de uma forma positiva, assassinatos casuais, tráfico de escravos, rola de tudo. É uma crítica ao capitalismo e um manual de sobrevivência ao mesmo tempo.
Uma das surpresas do romance é o dispositivo literário da narracao. Quem é nerd de literatura se liga nessas coisas. Um livro pode ter uma desculpa para existir em seu universo, e isso é um tipo de dispositivo literario. Werther, de Goethe, era uma colecao de cartas enviadas pelo narrador a um amigo. Dracula era uma compilacaos dos diarios de varios personagens e noticias de jornal. Os textos de gente como Clarah Averbuck, Henry Miller e Charles Bukowski sao eles mesmos as voltas com seus teclados. Dostoevsky ja usou um narrador onisciente que na verdade era dos personagens disfarcado, de forma sutil - como um easter egg escondido no conto O Sonho do Principe (foi um spoiler isso mas se incentivar alguem a ler Dostoevski foi para o bem). Douglas Coupland arrumou um dispositivo literario tornar o seu livro possivel e seu estilo justificavel que é o mais comico que eu ja vi, e o segundo mais original depois de Dostoevski. Entregando meio spoiler, metade do motivo dado para a existência do livro é a picaretagem extrema e assumida do próprio Douglas Coupland.
Em suma, é bom mesmo, galere, leiao!
galeria do fotógrafo Steve Schofield que capturou no ensaio LAND OF THE FREE nerds em seus ambientes domésticos, mas com seus cosplays favoritos. os temas predominantes são Star Wars e Star Trek, mas tem no meio pelo menos um de anime e alguns de seriados antigaços de faroeste.




dica do Matias

Contrariando o que todos esperavam, Britney não cantou “Underground” para a tristeza geral do mundo, mas foi a grande vencedora da noite levando os prêmios de “Clipe Pop”, “Clipe Feminino” e “Clipe do Ano”. Vamos ver se agora ela toma jeito na vida e volta a reinar como princesa do pop nesse final de 2008/início de 2009.
Em geral, o VMA´s 2008 foi uma porcaria. Nem Kanye salvou com uma música que mais parece lado b ou faixa esquecida no baú que não entrou no repertório dos álbuns anteriores.
Abaixo, os dois melhores momentos da festa:
Pink - So What
Por incrível que pareça, essa atitude rebelde pra lá de manjada na música pop ainda dá um caldo. Com o mesmo corte de Ana Maria Braga e com um bronzeamento artificial além do recomendado, Pink foi o grande destaque ao vivo do evento. “So What” cresce muito ao vivo e a rouquidão da ‘rockstar’ é a cereja no bolo para reforçar este template que ainda funciona com a ex-Lady Marmalade.
Jonas Brothers - Lovebug
Guilty pleasure pesado. Se os léks continuarem nas mãos de diretores artísticos descolados que acertam nas referências eles terão um bom futuro pela frente. A mudança na cenografia e o momento ‘corrão’ foram demais.
arquivão do chat na continuação.
É hoje a partir das 22 horas na MTV Brasil que acontece a 25ª edição do Video Music Awards. Olhos grudados na abertura com Britney Spears provavelmente cantando o novo single “Underground”. Isso sem contar que o pop star Kanye West (rapper é termo datado para defini-lo, né?) fechará o evento mandando ver no single novo e inédito (de verdade) chamado “Love Lockdown”, que será lançado amanhã.
Com tantas novidades e shows interessantes, esta edição tem tudo para superar a pasmaceira dos últimos anos.
Quem apresenta a premiação é o comediante inglês Russel Brand.

Abaixo segue a lista de shows na ordem já programada:
Britney Spears - “Underground”
Retorno aguardadíssimo da Brita. Algo me diz que dessa vez ela acerta na apresentação. E a suposta “Underground” soou bem interessante no vídeo do ensaio.
Christina Aguilera - “Genie In A Bottle” & “Keeps Gettin’ Better”
Vale a pena prestar a atenção no novo single “Keeps Gettin’ Better” que estará na sua coletânea. Dessa vez ela ataca de Kylie Minogue/Goldfrapp (fase electropop) em um chicletinho digno de muitos remixes e presença no case de DJs.
Jonas Brothers - “Love Bug”
Surpreendentemente, o novo Hanson lançou um álbum bem bacaninha pescando referências powerpop do calibre de Cheap Trick, The Cars e Big Star. “Lovebug” é baladinha fofa de voz e violão que vira rockzinho bubblegum.
Katy Perry (featuring Travis Barker & DJ AM) - “I Kissed A Girl”/”Like A Virgin”/”Hot N Cold”
Será que vai ter surpresinha de beijo? Como a Elise já disse, a fofoca da vez é de que ela beijará Lindsay Lohan em “I Kissed a Girl”. Pena que ela é muito fraquinha em shows conforme atesta os vídeos do Youtube.
Rihanna - “Disturbia”
Nenhuma novidade, né?
Lupe Fiasco (featuring Travis Barker & DJ AM) - “Superstar”
Um dos meus rappers prediletos. Low profile sem forçar a barra. Não anunciaram o Matthew Santos na apresentação. Então quem cantará aquele refrão tão gostoso de se escutar?
T.I. (featuring Rihanna) - “Live Your Life” & “Whatever You Like”
Atenção para “Whatever You Like”, que mostra o troublemaker mudando a sonoridade para uma linha mais melódica e menos gangsta (que era bem bacana no álbum “King”). O single só está há três semanas no Hot 100 da Billboard e já conseguiu atingir o topo das paradas, após saltar 70 posições, um recorde neste chart. Jim Jonsin, nome por trás do hit absoluto “Lollipop” de Lil Wayne, também assina a produção de “Whatever You Like”. Olhos abertos nesse novo midas!
Pink - “So What”
Outro single que está bombando no Hot 100. Pose de mina rock (”So so what?/ I’m still a rock star/ I got my rock moves/ And i don’t need you”), gritos esganiçados e clipe engraçadinho dirigido novamente por Dave Myers. Mas o grande trunfo dela é o carisma. Pink nasceu para fazer sucesso. Prontofalei.
Kid Rock - “All Summer Long”
Hitmuitolouco do verão americano. Country Pop/Rock cantarolável, mas insosso. Não hesite em ir ao banheiro ou tomar um cafézinho durante essa apresentação.
Lil Wayne - “Lollipop”
Que tal contar quantas gostosas e rappers estarão no palco participando do show?
Paramore (featuring Travis Barker & DJ AM) - “That’s What You Get”/”Misery Business”
Hayley Williams é bonitinha, mas ordinária. Hora de zapear a programação da tv.
T-Pain - “Church”/”Can’t Believe It”
X
The Ting Tings - “That’s Not My Name”/”Shut Up and Let Me Go”
Momento Popload no VMA. No Lollapalooza (que assisti no site da AT&T) o show foi tão sem vida.
Kanye West - “Love Lockdown”
Vamos ver o que West apronta nesse novo single. Radares apurados para sacar qual o sample da vez. Será que ele investe na onda maximal sacando da manga um Justice? hehe.
Quando a Electronic Arts anunciou a criação da divisão “EA Freestyle”, deu pra prever que coisas boas, ou no mínimo, diferentes estariam por vir.
O lançamento de Face Breaker provou isso.
Para os amantes de Punch-Out! (NES) e Super Punch-Out! (Super NES) ou do obscuro Ready 2 Rumble para PS2, Face Breaker é uma boa pedida.
Tive a chance de testar o Demo para Playstation 3, e gostei do que vi.
Personagens caricatos, barulhos engraçados, músicas divertidas, a chance de fazer um personagem com o seu rosto (caso tenha a câmera Eye Toy ou Playstation Eye por perto) e um visual impecável fazem de Face Breaker a “nova referência em diversão” em jogos no momento (é, até a hora que Little Big Planet chegar), como foi o primeiro Mario Kart em 92.
Não sei se era algo do Demo ou não, mas só achei o jogo com uma certa falta de opções de golpes e movimentos, mas isso não o diminui de maneira alguma.
A última novidade relacionada ao jogo, é uma propaganda feita por Snoopy Dogg especialmente para o Face Breaker, que você confere aqui:
O jogo sai depois de amanhã, dia 5 de Setembro para Xbox360 e PS3.

black ou white, não importa. mesmo com as acusações de pedofilia e tooodas as bizarrices [preciso encurtar o pozt, então nem vou listar], o rei do Pop Michael jackson faz 50 anos hoje e vamos homenageá-lo com os clipes, ou clipes-curta.
como THRILLER, do álbum homônimo [mais vendido da História etc] por exemplo, me dava um medo desgraçado quando criança; é bom criança ter medo do Maicol.
ou BAD, que eu não lembrava que tinha o Wesley Snipes no elenco e que era uma história tão cheia de referências gays escondidas. não sei se as pessoas lembram mais desse vídeo por causa da paródia FAT, do Weird Al Yankovich.
SMOOTH CRIMINAL, que temum dos baixos mais foda dos anos 80 e era a cena central do média-metragem MOONWALKER, que também virou game.
este é um dos posts mais picaretas e sem-graça que eu já fiz aqui, mas dá um desconto que o tempo tem sido bem curto essa semana. então por hora divirta-se com esses vídeos incríveisammmm:
ponte-lacraia [minhoca?] de Londres
mais aqui
baleia ataca japoneses:
a CNN muitas vezes não tem muito mesmo [assim como eu]
o melhor no final: Inri Cristo jogando sinuca, boliche e malhando
esse eh uma série, quase um reality show. valia um pozt maior.
tá, desculpa
manda bala, Bigorna:
estréia nesta terça-feira, dia 26, às 21h, no Canal Brasil, a série Quadrinhos, lançada no último dia 20 no Espaço Oi Futuro, no Rio de Janeiro (como divulgado aqui). Produzida pela Ideograph e dirigida por Eduardo Calvet, a série de cinco capítulos conta histórias inéditas sobre a trajetória das Histórias em Quadrinhos no Brasil
entre os entrevistados estão Ziraldo, Mauricio de Sousa, Angeli, Paulo Caruso, Ivan Reis, Lourenço Mutarelli, Ivan Cardoso, Moacy Cirne, Sidney Gusman e Marcelo Campos.
a ficha do primeiro progra,a - incluindo dias de reprise - segundo o próprio canal:
Quadrinhos
A Nona Arte (2008) - BR
O episódio enfoca desde a história de Angelo Agostini e J. Carlos, precursores dos quadrinhos no Brasil, até a criação da maior editora de gibis da América Latina. A Ebal, de Adolfo Aizen, popularizou as revistas ao lançar adaptações da literatura brasileira, de eventos bíblicos e históricos.
Horario(s): duração: 23 min
26/08 - 21:00
27/08 - 15:30
30/08 - 12:00Direção: Eduardo Calvet
Nessa segunda-feira embarque em um grande sucesso do cinema: Chevy Chase é o líder de uma turma que é acusado injustamente por um crime que não cometeu e vai dar uma tremenda confusão para ninguém botar defeito quando essa galerinha resolve detonar tudo em uma alucinante jornada onde não vai faltar aventura e muitas enrascadas!
Demorou mas saiu: Sessão da Tarde Chamada Generator
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